segunda-feira, setembro 01, 2003

Pelo jeito, ainda tenho pelo menos dois leitores ativos: a Kate e o Luiz. O resto... não sei!


Quase meio-dia e meia e o termômetro do pc marca 17 graus. Meu astral melhorou bastante. Talvez seja Marte se afastando da Terra, talvez seja Lua entrando em Escorpião. Tive uns dias melancólicos demais.

Hoje, as coisas melhoraram com um e-mail do Dr. Carinho. Que coisa bacana! Depois de quase 3 anos e dois encontros rápidos - uma "consulta" e um almoço, ele me reconheceu no PP! Fiquei feliz. Vou marcar outra "consulta" no novo consultório. Está na hora de pensar num multifocal ou semelhante mesmo. E depois, ele tá bem pertinho... Acho que não devo desprezá-lo. Pelo menos agora vou sabendo como ele é. Aí, não vou me chocar com o fato de ele ter omitido certos detalhes! Vai ser legal. Adoro pessoas espirituosas! Tomara que ele não esteja com a agenda cheia! Se o papo for bom, postarei depois!

domingo, agosto 31, 2003

Ele some, eu choro...
Ele volta, eu sorrio!
Meu Deus, que frio!

Ontem dormi a tarde toda. Que delícia! Sonhei, sonhei e sonhei. Sonhei que tinha 18 anos. Eu, Cris e Ângela. Ângela é única amiga assim antiga (nos conhecemos aos 12 anos, mas amigas de verdade, nos tornamos mais tarde, lá pelos 17) que continua a mesma. Digo: nossa relação não mudou nada, falamos do mesmo jeito, embora com palavras diferentes (ela, com estranho sotaque espanholado e vocabulário americano). Porém aquela Cris, como a maior parte das minhas amigas de adolescência, não existe mais. E meu sonho se centrou justamente na Cris. Eu e Ângela fomos visitá-la na casa em que morava com os pais, na Cohab de minha cidade. Ela havia tido um bebê, uma menina (na realidade, ela teve um menino, mas só lá pelos 30 anos).

A causa do sonho? Foi o Rui. Minha sobrinha me mandou um e-mail na sexta, dizendo que foi a um órgão público da cidade e encontrou Rui, que contou a ela que fora meu colega de escola. Nossa, que surpresa! Não tinha notícias dele desde os nossos 18 anos!

Quantas vezes tive vontade de pegar o telefone e ligar pra essas pessoas... Completei algumas ligações, mas nunca consegui contato. Minto. Uma vez, liguei pra casa do Zé Luis, que era meu par fixo quando terminei o segundo grau. Ele era mais velho e foi meu padrinho de formatura no curso técnico. Nossas melhores fotos, aquelas tiradas por fotógrafo profissional, ficaram com ele. Eram fotos para o álbum. Liguei pra casa dele, expliquei tudinho pra mulher dele. Ela disse que sabia onde estavam as fotos. Na casa da sogra. Ficou de providenciar... Adivinha!
Bom... Se eu fosse ela e soubesse onde estavam essas fotos, teria botado fogo, igual fez a Heloísa na novela das oito!

sábado, agosto 30, 2003

Ah.. Alguém achou que eu estava deprê, apaixonada. Nem uma coisa nem outra. Tava apenas p.. da vida. Mas já passou! Fiquei nervosa sim. Parece que todo mundo resolveu me dar o cano!

quinta-feira, agosto 28, 2003

A revista TPM desceu a lenha no livro Por que os homens mentem e as mulheres choram, dos mesmos autores de Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor. Quem escreveu não entendeu nada. E também não parou pra pensar que é tudo a pura verdade! A começar pelo título. O jeito é encararmos essa realidade com bom humor. Não é criticando o machismo que vamos mudar o que a natureza definiu assim. E é assim que acontece, por mais que a gente não queira. Homens mentem sim. E mulheres choram muito. Inclusive eu.

Que mais os homens fazem? Desligam o celular, somem. Não gostam de ser cobrados. Não querem compromisso. Em nenhuma idade ou situação. E mulheres sempre querem atenção, querem ser lembradas. Querem também ser amadas. E os homens mentem e querem fazer sexo. C´est la vie!

Claro que mulheres também querem fazer sexo. Fazem. Muito. Mas preferem com amor. E choram.

Eu chorei bastante esta semana. Por muitos motivos. Um dos grandes motivos é o amor. E não há mesmo amor sem sofrimento. E as alegrias existem em contraposição às tristezas. A saudade dói, a ausência... Mas vou ficar firme e esperançosa. "Transparência" foi sempre o lema dele. E até hoje, todas minhas paranóias só me deixaram envergonhada. Até já atirei no que vi e acertei no que não vi. Sempre que ele some, eu entro em parafuso.

Pra piorar meu ânimo, levei alguns bolos esta semana. Que droga! Mas também... Com este frio, eu nem insisti. Seria só pra tomar um café mesmo...

Fiz uma pequena maldade com uma pessoa que se fez de santinha e me deu golpe baixo. Há um tempo, apresentei a ela um amigo legal. E adivinha o que aconteceu? Ele se escondeu de mim, me trocando pela novidade. Depois, foram se ver. E apareceu com maior cara lavada (depois da decepção... bem feito!), dizendo que esteve de férias. Soltei os cachorros, disse pra ele, na cara dura, tudo que eu pensava. Inclusive que foi bem-feito pra ele, que ela é uma baranga! Hoje comecei o Plano B: "A vingança". Aguardem: na semana que vem: "Se fazendo de desentendida e solidária". E depois: "Quem mandou?" Eh, eh, eh!

O Professor sumiu. Pra ele, não telefonei não. Será que amarelou? Acho que se assustou com minhas propostas.



quarta-feira, agosto 27, 2003

Estou lendo Brás, Bexiga e Barra Funda. Comprei pra minha filha, pois está na lista da Unicamp. Mas não é que tem o livro completo na internet? O toggleTime=0

Droga! Perdi uns cinco parágrafos que escrevi online aqui. A linha de cima foi o que restou...

Bom.. o livro está em: http://www.biblio.com.br/templates/alcantaramachado/mbrasbexiga.htm

O resto... acho que estava emotivo demais... Hay brujas na internet, sim!

Disse exatamente isso ao Professor... Não sei se ele entendeu. Referia-me a trechos do que escrevi para ele, que se evaporaram no buraco negro virtual. Do mesmo modo, eu acredito que os chips captam as vibrações de nossa energia pessoal. Pelo menos meu computador trava toda vez que eu me desequilibro.

Vou salvar esta parte, antes que seja tarde!

terça-feira, agosto 26, 2003

Tô sem pique. Como falei que não vou lamentar, não postei. Acontecem umas coisas esquisitas... Estou só com meus pensamentos.

domingo, agosto 24, 2003

"Sou um poeta... Tirei licença no Olimpo... e na fértil imaginação que me faz coçar os dedos e produzir palavras que mais do que palavras são vozes esvoaçantes ao longo dos suspiros de uma simples abelhinha...
... E se elas não suspiram, eu suspiro por elas... E quando suspiro, entro em transe... e em transe escrevo..e escrevendo... escrevo palavras... se sendo palavras...de novo entro em transe... em transe vivo, em transe morro, em transe torno a nascer..."


Não é lindo?

Desculpe-me o autor. Não resisti. Achei muito lindo... Também queria essa licença do Olimpo. Mas acho que estão encerrados os pedidos.

quinta-feira, agosto 21, 2003

Tô trabalhando estes dias feito uma alucinada. Nova corrida contra o final do mês. Repito o mantra de sempre: "Vou conseguir!"
A velha Lei de Murph: as pessoas legais aparecem disponíveis para papo online nas piores horas. Aí, não tem jeito, né? Dependendo de quem, interrompo o que estou fazendo. Afinal, o que estou fazendo não tem hora. E se as coisas fossem tão urgentes assim, por que fico conectada? Boa pergunta. Resposta: fico conectada esperando que apareça alguém interessante que mereça que eu interrompa o que estou fazendo!

Mas hoje não interrompi o que estava fazendo para dar atenção a alguém que merecia. Ele é um dos oito leitores deste blog. Como ele não abre os e-mails, o único jeito de passar o recado é por aqui. Bom... Eu falei pra ele que estava vendo a minha novelinha. Quando voltei para dizer o quanto estava com saudades e preocupada com ele, o cara tinha ido embora. Eu sei que ele não me deu o telefone por pura distração. Que pena. Se tivesse o número, estaríamos conversando agora... Outro dia quase bati na porta da casa dele.´(Mora a três quadras de onde eu moro).

Já tive meus momentos de fúria semanal, por conta de mais um vírus. Também minhas crises de melancolia. Falta um pouco de alegria, né? Quem sabe, amanhã acontece algo bom!

quarta-feira, agosto 20, 2003

Comprei "Perdas e Ganhos", de Lia Luft. Maravilhoso. Acho que não falei isso antes: eu me identifico muito com ela. Nos pensamentos, nas atitudes corajosas. Pelas idas e vindas. Os textos são muito especiais. Ainda não entendi por que eu gosto tanto de escritores gaúchos. Não é pelo ambiente. Deve ser pela maneira de construir as frases (não falo de regionalismo). Ou talvez seja porque o primeiro escritor por quem me apaixonei foi Érico Veríssimo.

Por falar em Literatura. Ai, ai, ai... Como é difícil esse professor! Esqueci de contar que outra noite fiquei horas escutando a rádio "dele" e só consegui escutá-lo no dia seguinte, depois de explicar o problema pelo MSN.
Ah! Para que não confundam, devo esclarecer que tenho muitos amigos virtuais que são professores. Um deles é o Renato, que conheci ainda nos tempos da BBS, quando ele era estudante de Matemática. Nos conhecemos ao vivo depois de uns dois anos de papos, há uns cinco anos, e ainda nos falamos. Nos vimos duas vezes: uma pra pegar um CD e outra, quando fomos à Fenasoft. Outro é professor de Geografia. Não diz coisa com coisa. Nunca o vi e faz algum tempo que o botei no invisível. E finalmente, surgiu o professor de Literatura do interior, que tá me deixando completamente bloqueada para escrever! Não é um absurdo? Quando "falo" com ele, tenho a impressão de que estou escrevendo tudo errado, principalmente nas pontuações. Logo eu!

Tem ainda os que são professores para complementar a renda. Um desses é de Direito. Desde que teve um problema cardíaco, confesso que tenho medo de sair com ele. Nossa....Já tive até um pesadelo com esse tipo de situação. Já pensou se o homem enfarta? Toc, toc, toc!

Há um professor de Economia que não gosta que o cite aqui, talvez temendo ser identificado pelos alunos (eh, eh, eh!). Eses é muito arcaico. Espero não ficar assim!

Muito mais velho na idade do que esse, tem um outro. Famoso Mestre em Direito. Esse é muito jovial. Cheguei a duvidar que fosse o próprio quem tecla comigo. Ainda não nos vimos, a não ser na tevê, quando tinha um programa na Baixada. Acho que são os filhos pequenos que o deixam remoçado. Confesso que tenho medo de encarar esse homem cara a cara. Minha vida poderia se complicar. Ele deu um emprego à filha de um casal de amigos meus. Fiquei preocupada com o entusiasmo da mocinha, com idade pra ser neta dele. Lembrei do lance do Michel Temer. Minha nossa!

Estou inquieta, estou preocupada, esquisita. Para cumprir a promessa de não tornar este blog um muro de lamentações, tenho ficado quieta. Do mesmo modo que mantenho o silêncio quando não tenho nada legal pra dizer.

Mas não pensem vocês que eu esteja triste.
Estou curtindo um pouco longo papo com meus botões. Quando não trabalho, ando refletindo. A tal "síndrome da meia-vida", explicação dada pelo meu amigo Doctor, está indo. Pelas contas dele, consegui atravessar a parte mais difícil. Nessa primeira etapa, fui atingida por três perdas muito significativas. Mas não questiono o inquestionável. Aborreço-me, sim, com alguns comentários levianos. Esta semana, o assunto voltou à pauta com uma interminável discussão sobre o suicídio do desenhista Sampaio. Quem nunca viveu o drama analisa o problema muito superficialmente. Todos julgam. E por tabela, parentes dos que ficaram são julgados.

O fato me fez lembrar de um outro desenhista. Ele se suicidou na noite de Natal. Sem motivo aparente.

Tem sentimentos que são para serem vividos. A dor, a saudade. Faz parte. É uma necessidade. Saudade é dolorído, mas um sentimento bom. É a saudade que nos faz valorizar a presença de quem a gente quer por perto, quando nos é permitido tê--la. Ninguém pode exigir a companhia de ninguém. Dar a liberdade faz parte do exercício de amar, de ceder, de conceder. Pode-se amar na ausência também. Pode-se? Claro que sim, tanto aqueles que vamos rever amanhã, como os que nunca mais veremos.

Hoje é aniversário de alguém especial. Há quase 25 anos que não o vejo. Não o esqueci, apesar de ele ter me sufocado. Um dia, ele disse que ninguém me amaria tanto. Certamente, não mentiu. Pena que foi de uma maneira tão complicada...

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sexta-feira, agosto 15, 2003

E não é que no dia daquela confusão com o rapaz da papelaria – que eu pensei que era o chato – recebi um telefonema à noite de alguém com o mesmo nome? Fugi. Mandei dizer que não estava. Ontem, liguei pra outra pessoa, também com o mesmo nome, com quem não falava há uns dois anos. E ele reconheceu minha voz. Fiquei surpersa. E ele: "Mas liguei pra você ontem à noite!" Ah, ah, ah! Não foi o tal de quem eu tava fugindo. Era outro, um velho amigo meu! Tudo isso foi devido à paranóia.
Resolução: não vou mais fugir. Vou falar na cara dura: "Não, nao quero falar com você. Não aparece aqui. Tenta outro dia!"
Pessoas com nominhos comuns devem se identificar com nome e sobrenome!

terça-feira, agosto 12, 2003

Hoje foi um dia muito confuso. Cena de “Comédia da vida privada”, “Os normais”, “Retrato falado”. (A deixa é do meu amigo, cujo papo reproduzo mais adiante). Mas juro que não sou fonte de inspiração pro LFV e nenhum dos Paivas da TV. Só pra outro, que apenas escreve para revistas.

Acho que saí de sintonia porque acordei uma hora mais tarde por causa do frio.

Não há nada mais delicioso do que aquela dormidinha extra: a gente acordar, olhar pro relógio e se dar conta de que não tem compromisso cedinho, com este frio. Mal havia acordado, tocou o telefone. Era minha irmã, que também fora acordada por uma vizinha que escutou algo sobre uma sobrinha, que acabou ganhando cinco minutos de fama nos jornais de hoje, por conta do pai notório.

Já falei antes como eu fico estressada com essas repercussões, dependendo de quem comenta. Bem-humorado, como sempre, só meu genial amigo Eduardo.

Sei que muita gente (os 4 leitores que não sabem da minha vida familiar) não vai entender do que estou falando. Mas, assim como Luís (www.nicene.blogspot.com) não dá o nome aos bois do trabalho dele, eu tam~bém não posso. Vai que alguém faça a busca e ache alguma personagem da vida real aqui neste blog... Como é que vou explicar esta minha tripla vida, de Pedro Camacho?

Sabe quando a coisa fica complicada? Tal qual na obra de Vargas Lhosa (Tia Júlia e o escrevinhador): quando as personagens reais se misturam aos virtuais (no caso dele, fictícias). E quem disse que o virtual não é ficção?

Tentando transpor uma dessas barreiras, hoje fiz uma surpresa pra uma pessoa do MSN, aquele executivo de TI. Primeiro, ele se assustou. Depois, se espantou. Depois, me reconheceu e pareceu feliz! Quando ele voltou ao mundo online e me disse que adorou a surpresa, eu acreditei! Lado positivo de quem ousa botar o fone no MSN!

Agora, um resumo do que contei para um amigo, no MSN:

EU: vc nao imagina a sequência de coisas estranhas que me aconteceram agora
EU: tocou o fone e falou que era Jose Luis..
EU: pensei que era vc...
EU: levei um susto..
ELE: sincronicidade
EU: e tb tocou o interfone..
EU: falou que era Jorge
EU: eu tô sozinha aqui.. 3 fones,. interfone, .internet
EU: pensei que era um chato
EU: não tava vestida.. sacumé.. frio.. de pijama
EU: nem tinha penteado o cabelo..
EU: corri...
EU: o do telefone era de Portugal!
EU: um rapaz estranho.. depois falo dele..
EU: e o Jorge.. não era o chato...
EU: era só uma entrega da papelaria.
ELE: rsss
EU: pior que tratei mal o cara da papelaria
EU: pelo olho mágico, parecia o outro..
ELE:kkkkkkk
ELE: foi cômico..
ELE: vai dar um bom blog
EU: até contei tudo e me expliquei com o cara, que ficou assustado... eu quase rugi pra ele..
ELE:rsrrsr.
EU: ainda falei pro Jose Luis, de Portugal: "oba.. vc mudou de idéia, vamos almoçar?"
ELE: internauta aflita e seus desencontros reais
EU: e ele, naquela tranquilidade: "obrigado, ja almocei..." kkkkkk
ELE: kkkkkkkkkkk
ELE: isso tá parecendo comédia da vida privada, do Verísimo, ou retrato falado, ou os normais
EU: ahahah...
EU: eu tenho vida pitoresca mesmo.
EU: só conheço malucos.. epa!
EU: e hoje tô atacada..
EU: quando eu fico ouriçada, tudo me acontece...


Talvez vocês perguntem: afinal, quem era o mala com quem você não queria falar?

É um sujeito que pensa que minha casa é saguao do terminal Tietê. Vem a Sampa e quer fazer hora na minha casa! Quando me vê trabalhando, fala: "Continua, eu não atrapalho!" Dá pra agüentar?

Quando eu não tiver outros temas, falarei exclusivamente dele. Merece.

Julius começou a dar aulas em uma universidade. Agora é que fica difícil...
Mas, tudo bem. Tem férias, feriados... e sei que daremos um jeito! Já superamos os obstáculos mais complicados.

segunda-feira, agosto 11, 2003

Tive um dia produtivo, em termos de trabalho. Mas confesso que parei algumas vezes pra pensar e começava a ficar meio tristinha. Nem tudo correu como eu esperava e faltava alguma coisa.

Às 18h13, meu dia foi salvo. Até o frio passou.
Chegou um e-mail do Baixinho:

"oi.... saudade de voce MUITA.....

mudei de empresa.... (estou numa MUITO melhor....)

no momento estou nos estados unidos

proxima semana mexico

depois estados unidos...

beijao (tesao da minha vida)"



Apesar do que ele aprontou (qualquer dia conto detalhadamente), usando de falsa identidade, quando nos conhecemos, eu diria que é um homem autêntico. E que lindos olhos! E que... fôlego! Também tenho muitas saudades...
Para quem está curioso: Não vou encontrar amanhã o executivo do Vale, aquele da massagem tailandesa. Trabalho em primeiro lugar! Bah!
Olha só o que Pablo diz, lá no blog dele ( http //meumundoparalelo.blogspot.com):

"Era só o que me faltava! Já há algum tempo venho notando nas prateleiras uns pacotes de papel higiênico colorido. Ontem vi um aqui na casa do meu irmão e, pasmem, a porra do negócio tem aroma de pêssego (também existe de maçã verde e tuti-fruti)! Prefiro não pensar que este produto intenciona que alguém um dia venha cheirar o orifício terminal do meu intestino. hahahahah É uma hipocrisia aromática... nóssinhora! Tô imaginando daqui a alguns meses chegar num supermercado e encontrar um papel higiênico com sabor morango. Aí o negócio fica feio, hein?!
O que será que os profissionais de marketing dessa empresa tinham em mente quando lançaram o produto? Que tipo de pensamento eles pensaram em incitar no consumidor?!"



E olha o que eu comentei:

"Ah.. eu tenho desses papéis perfumandos em casa. Maçã verde e pêssego, por sinal.
Lembre-se de que as mulheres limpam OUTRAS PARTES... Temos muito mais pra limpar! Fazemos limpeza de pele, por exemplo! kkkkkk! "

domingo, agosto 10, 2003

Boa notícia: O professor não me abandonou. Problemas são no micro. Coisas de Xp....

Nossa! Tenho mais um leitor. É Pablo, cara do blog http://meumundoparalelo.blogspot.com/.
Desculpa, gente, não tenho saco pra digitar os comandos pro link. E também não consegui aprender a fazer o que a maioria dos blogueiros faz: citar o que lê, botar desenhinhos, deixar espaço pra comentários, etc. Um dia, queria crescer e ser que nem a Cora Ronái. Mas, por enquanto, tenho me limitado a escrever. Já é muito. No Weblogger era tudo tão mais simples...

Pablo deve ser bem jovem. Maior parte dos meus leitores tem menos de 30. Exceto os dois professores: aquele da FEA e o de Literatura. O da FEA... eheheheh.. Só falta dizer "supimpa" e "prafrentex" . Certa vez, ele disse que é "burraldo"... pode? Naturalmente, o de Literatura fala quase a mesma língua que eu. Legal saber que algumas pessoas gostam do que eu escrevo!


Ontem fiz eisbein. Joelho de porco em estilo alemão. Vi no Barateiro e não resisti. Comprei quatro dos salgados. Depois, vasculhei a Internet pra ver como se prepara. Cisca daqui, cisca dali, defini meu próprio jeito. Depois de tirar o sal, coloquei pra cozinhar na pressão com um pouco de coloral e páprica doce, além de um maço de cheiro verde e um pouco de alho. Aí, vi que a borracha da minha panela Nigro não tava legal. Então, resolvi ir à feira comprar uma nova. Comprei, mas achei um assalto: 8 (oito) reais por uma borrachinha, que a feirante garantiu que é "original" e que no Carrefour custa 12. Pelo invólucro, tenho quase certeza de que é "genérico". Mas pelo menos funciona. Só que, quando tava chegando em casa, o celular tocou. Era o aviso de falecimento do pai da minha amiga. Desliguei o fogo e fui ao velório. Quando voltei, retomei de onde tinha parado. Cozinhei os joelhos por quase uma hora, na pressão, olhando umas três vezes. Depois, mais uma hora no forno, com batatas cozidas salpicadas com alho e salsa desidratados. Paralelamente, fiz um purê de ervilhas. Refoguei bacon em cubinhos e cozinhei meio pacote de ervilhas desidratadas, na Cloquinha. Os joelhos tavam meio salgados (deixei 24 horas de molho!), mas não sobrou quase nada. E olha que o jantar foi reforçado com um McCheddar que minha filha trouxe pro pai. Hoje os planos eram de: breakfast na padaria e ajantarado com o paizão. Mas, que nada. Nem pai, nem filha estavam acordados ao meio-dia. Resultado: lá vou eu pra cozinha. Tudo bem... Vou bisar o divino purê, batatas cozidas e servir salsichão com alho. E um pedaço de leitoa que o maninho trouxe do governo itinerante ontem. De sobremesa, salada de frutas! Tá bom demais, né? Não tô com saco de enfrentar restaurante mesmo!
Meu amigo Eduardo sugeriu que publique um livro com meu jeito de pensar sobre a vida. Isso porque disse a ele que a maior parte das amizades verdadeiras nasce até uns 25 anos. Bom... Isso era no "meu tempo". Com essa coisa de "adolescência prolongada" (indo até mais de 30), as coisas mudam um pouco.
Não aprendo mesmo.
Isso de abordar pessoas (homens) em páginas de encontros não dá certo. Ainda mais quando você não se enquadra dentro das metas de procura dele. Não adianta você se interessar. Só que, 99% deles topam papo. Ninguém recusa. São educados. Droga!

sábado, agosto 09, 2003

Estava com pressentimentos ruins desde ontem, quando liguei pro hospital e ninguém atendeu no quarto do Sr. João. Tentei em casa duas vezes. Depois, não tive mais coragem. Dito e feito. Estava na feira quando o celular tocou. Morreu o pai da minha grande amiga Alice. Acabei de chegar agora do enterro. A cerimônia foi muito singela e de acordo com uma família de católicos portugueses. Fiquei feliz por abraçar minha amiga e muito mais com o repente de alegria que vi no rosto dela quando eu cheguei, quase em cima da hora da missa de corpo presente, no velório de Congonhas. Falaram os dois filhos e um dos netos. A viúva puxou a oração e as músicas sacras, com muita serenidade. Serenidade de pessoas com fé e crença na vida eterna. E certeza de terem conquistado o lugar no céu. Achei bacana. A fé conforta muito as pessoas.

sexta-feira, agosto 08, 2003

Não confundam, por favor! Meliá não tem nada a ver com o professor. E também nada tem a ver com paixões. Esse é o moço do strip virtual, o metrossexual! Se os homens são tentados por um bunbum bonito, por que a gente não pode? E quando é um executivo quarentão de TI, bonitão, inteligente e influente... por que não?

Não contei aqui? Agosto é o mês das tentações. Tudo acontece nesse mês. Foi num mês de agosto que quebrei meu pacto de 17 anos e também em agosto conheci o Baixinho de Taubaté... e em agosto, descobri que Julius representa muito mais do que lindos olhos verdes! E este ano? O que virá? Hummm... Tô melhorando em termos de borogodó! – diriam na novela global.

Tem uma coisa: todas essas provas apenas reafirmam que Julius é único. E como prato especial, só posso saborear em ocasiões especiais. Pena, mas é por isso que sempre se mantém delicioso! E quando a ocasião surge de repente, é um êxtase só. Já aprendi a não planejar, não colocar a toalha de linho para esperar. Quando é algo que a gente gosta de verdade, não importa o prato ser de louça barata. Pode até ser servido em bandeja de isopor, em cima de mesinha de eucatex. Não precisa ser em Meliá, Blue Towers ou ter qualquer estrela. Outro dia, quase entramos num hotel da rua Aurora. Eh, eh, eh! Aí seria demais. Andamos mais um pouco, até av. Ipiranga!