Ufa... São 22h30. Consegui terminar o trabalho de dezembro. Desde a semana passada, como em cima do teclado e mal tenho ido à esquina.
Fora isso, só por conta de olhar listas de vestibular, conferir, encucar, torcer, recomendar... Ufa de novo!
Outras coisinhas? Não tá dando tempo. Só de temperar o pernil pro Natal. Nem sei o que vou fazer pra acompanhar.
Pela primeira vez, vou ficar devendo até o presente da minha filha. Não vou me matar pra sair feito doida atrás de qualquer coisa. Importa mais preservar a saúde e a sanidade. Quero só descansar e ter a certeza de que pagaremos as contas de janeiro.
Esperanças. Muitas. Em tudo!
Amarramos fitinhas de Senhor do Bonfim. Legítimas. Eduardo trouxe de lá. TEM que dar tudo certo!
Ainda não enviei nem um cartão de Natal. Nem por e-mail. Estou enfastiada de ler as mesmices de sempre.
Estou cansada de receber menos cartões pelo correio do que envio. Pra não acontecer isso, não mandei nada. Recebi um. Merecia retribuição, mas o cartão sumiu. E não tenho o endereço da pessoa... Já procurei em tudo que é lugar.
Parece piegas. Mas, apesar da falta de grana, falta de preparativos e tudo o mais, estou tranquila. Já tive finais de ano muito, muito piores. Este ano, só um aperto pequeno na garganta. Pelas pessoas que estão sofrendo devido a problemas bem mais graves. No ano passado, perdi minha tia querida... e ainda levei uma cacetada em seguida.
Este ano, penso positivo. Alguma coisa muito boa há de acontecer!
Andei bisbilhotando a vida "dele". Foi feio, muito feio o que eu fiz. Estou envergonhada, apesar de feliz. Ele não contou nem uma mentirinha. E eu, tão desconfiada. Descobri blogs dos filhos dele... e vi fotos da família toda. Que tonta que eu sou! Foi ruim isso... Me senti criminosa.
Para quem nao sabe, BLOG é um diario online. Vida secreta de uma quarentona sem ataque de nervos. PS: Era quarentona, quando comecei. Agora, sou cinquentinha. * * * * Pomba Enamorada, é personagem-titulo de´conto/livro de Ligia Fagundes Telles, que dança uma vez com um sujeito em quem fica pensando durante 25 anos. ******* amanary@gmail.com
segunda-feira, dezembro 22, 2003
domingo, dezembro 14, 2003
Tá muito quente hoje. Mesmo assim, fiz uma superfeira. Na hora da xepa. Valeu muito a pena. Me animei a ir até lá porque o Minhocão, reformado para ser o novo terminal de ônibus, está irreconhecível, com o "teto" branco, muito bem iluminado. Agora tem até mesinhas com cadeiras e pequeno gramado nas laterais. A feira de domingo fica bem ali ao lado da estação de metrô, próximo a essa área reformada. Como a região esteve em obras por quase um ano, nem dava vontade de fazer feira.
Tinha barracas de 3 pacotinhos a 1 real. Espinafre, couve-flor, abobrinha, berinjela. Pequenas porções, mas bem adequadas. Jantei feijão, arroz, copa assada e espinafre, com salada de repolho e tomates. De sobremesa, melão. Não gastei nem 15 reais na feira, incluindo melões, manga, limão, melancia, cebola e maracujá. Pena que não tenho pique pra fazer isso sempre. Acho que só umas duas vezes por ano.
Tinha barracas de 3 pacotinhos a 1 real. Espinafre, couve-flor, abobrinha, berinjela. Pequenas porções, mas bem adequadas. Jantei feijão, arroz, copa assada e espinafre, com salada de repolho e tomates. De sobremesa, melão. Não gastei nem 15 reais na feira, incluindo melões, manga, limão, melancia, cebola e maracujá. Pena que não tenho pique pra fazer isso sempre. Acho que só umas duas vezes por ano.
Fui conhecer Fnac Paulista. Nada a ver com a reportagem que saiu na Vejinha. Nada de cybercafé com LCD. Ou melhor, nada de cyber, só café. Computadores estão lá apenas para venda. De extraordinário apenas um Imac branco, maravilhoso. Não vi nem 20 dos 150 atendentes contratados. Mesmo que esse número seja por turnos, teria que ter pelo menos 50. Só se esse número inclui o pessoal do café, da faxina e da manutenção. Muita gente, pouco espaço, poucos livros. Muito mal distribuiídos. A revistaria é ridícula. Até a do terminal Barra Funda é melhor. Não vi terminais para consulta do catálogo. Não para uso do público, só de alguns funcionários. Mesmo assim, andei, andei, andei. Na esperança de ter algum setor escondido. O show da Adriana Calcanhoto era uma piada. Pouco antes, ela lançou um livro infantil. Estava acompanhada do Bob Esponja. Credo!
terça-feira, dezembro 02, 2003
Ando com pensamentos censurados. Taí a razão de não ter postado ultimamente. A frequência vai diminuindo, diminuindo... Qualquer hora me recupero! Vou resistir. Afinal, são dois anos e meio!
Duas coisas me deixam mal: grana e sexo. Falta de... claro!
Acho que tenho que fazer que nem o Luiz: criar outro blog para meus pensamentos secretos. Só que não vou botar o link aqui. Ou boto e digo que é uma maluca que conheci na Internet.
Mas o que me desanimou mesmo é que pessoas que liam o blog no começo, e que eu gostava que lessem, pararam de ler! E também me arrependi de ter dividido minha intimidade com umas pessoas que não tinham absolutamente nada a ver! E ainda tive que engolir uns comentários do tipo: "tô sabendo de tudo". Ufa! Ainda bem que me livrei desses. Definitivamente. Não terei recaídas.
A droga é que o mês passa muito rápido. Lá vem a fase das contas a pagar... e depois, a fase da TPM e da M!
Que porcaria! Tô aqui reclamando da vida. E eu não gosto disso!
Hoje recebi um e-mail com foto do marido de uma amiga amiga de infância. Que estranho... Ele se parece incrivelmente com meu irmão mais velho. Até os óculos são semelhantes aos que ele usava. Só que o marido da amiga é grisalho.
A última imagem que tenho do meu irmão é dos cabelos dele incrivelmente pretos, aos 59 anos. E as faces salpicadas feito sardas. Dizem que é efeito da pólvora. O tempo parou ali para ele. Definitivamente. Nós, outros, envelhecemos, ficamos grisalhos... Outro meu irmão que partiu antes da hora também nunca teve um fio de cabelo branco. Já o meu irmão mais novo quase não tem mais fios pretos. E eu acho que na minha idade ele tinha bem menos cabelos brancos do que eu. Pelo menos eu estou livre de cargos públicos, se for essa a causa do branqueamento acelerado.
Minha amiga Alice ficou muito feliz em termos saído na sexta. Valeu a pena não ter insistido em tentar uma companhia masculina. Quando conversamos, no domingo, ela desabou em choro, ao comentar que quase nunca se dedicava a ela mesma. Tadinha... No mês passado ela me deu uma blusinha maravilhosa. Lãzinha buclê cor de gelo. Maciiia. Feita pelas mãos de fada da mãe dela. Valeu muito pois depois do Mal de Parkinson, ela não tricota mais. Esta semana, ganhei outra, de linha branca, toda furadinha, em ponto pavão. Acabamento impecável, com elasticon nas barras. Minha amiga disse que fica enorme nela, de tão magrinha que está. Caiu em cima pra mim. Ficou maravilhosa!
Duas coisas me deixam mal: grana e sexo. Falta de... claro!
Acho que tenho que fazer que nem o Luiz: criar outro blog para meus pensamentos secretos. Só que não vou botar o link aqui. Ou boto e digo que é uma maluca que conheci na Internet.
Mas o que me desanimou mesmo é que pessoas que liam o blog no começo, e que eu gostava que lessem, pararam de ler! E também me arrependi de ter dividido minha intimidade com umas pessoas que não tinham absolutamente nada a ver! E ainda tive que engolir uns comentários do tipo: "tô sabendo de tudo". Ufa! Ainda bem que me livrei desses. Definitivamente. Não terei recaídas.
A droga é que o mês passa muito rápido. Lá vem a fase das contas a pagar... e depois, a fase da TPM e da M!
Que porcaria! Tô aqui reclamando da vida. E eu não gosto disso!
Hoje recebi um e-mail com foto do marido de uma amiga amiga de infância. Que estranho... Ele se parece incrivelmente com meu irmão mais velho. Até os óculos são semelhantes aos que ele usava. Só que o marido da amiga é grisalho.
A última imagem que tenho do meu irmão é dos cabelos dele incrivelmente pretos, aos 59 anos. E as faces salpicadas feito sardas. Dizem que é efeito da pólvora. O tempo parou ali para ele. Definitivamente. Nós, outros, envelhecemos, ficamos grisalhos... Outro meu irmão que partiu antes da hora também nunca teve um fio de cabelo branco. Já o meu irmão mais novo quase não tem mais fios pretos. E eu acho que na minha idade ele tinha bem menos cabelos brancos do que eu. Pelo menos eu estou livre de cargos públicos, se for essa a causa do branqueamento acelerado.
Minha amiga Alice ficou muito feliz em termos saído na sexta. Valeu a pena não ter insistido em tentar uma companhia masculina. Quando conversamos, no domingo, ela desabou em choro, ao comentar que quase nunca se dedicava a ela mesma. Tadinha... No mês passado ela me deu uma blusinha maravilhosa. Lãzinha buclê cor de gelo. Maciiia. Feita pelas mãos de fada da mãe dela. Valeu muito pois depois do Mal de Parkinson, ela não tricota mais. Esta semana, ganhei outra, de linha branca, toda furadinha, em ponto pavão. Acabamento impecável, com elasticon nas barras. Minha amiga disse que fica enorme nela, de tão magrinha que está. Caiu em cima pra mim. Ficou maravilhosa!
domingo, novembro 30, 2003
sábado, novembro 29, 2003
Espero ter encerrado minha fase ruim, a fase de paúra pré-final de ano, o final de minha quarentena astral.
Ontem fui ver "Casa dos Budas Ditosos", com Fernanda Torres, sobre livro homônimo de João Ubaldo. Ganhei os convites e chamei monte de gente, mas estavam todos enrolados. O primeiro convidado foi o Baixinho, que me deu o livro. Ele chegou de viagem, mas... pra variar, business em primeiro lugar! E Julius, ainda em aulas na faculdade. No fim, a única pessoa que topou, depois de eu forçar um pouco a barra, foi Alice. Eu nem queria chamá-la porque ela mora muito longe e fica toda atrapalhada nas saídas noturnas. Sem falar que está com a mãe adoentada e mil complicações com as filhas. Fora isso, achei que ela ficaria constrangida com o texto. Mas, que nada... A companhia foi ótima e a gente se divertiu bastante. Principalmente porque... adivinha quem se sentou bem atrás de nós? Ninguém menos do que Fernanda Montenegro e Fernando Torres! Nossa... Como a gente se inibe com celebridades, né? Alice queria, mas não teve coragem de pedir autógrafo. Ficamos ali, cochichando feito duas adolescentes... Eh, eh, eh.
Vejam vocês como é a crítica. Dizia que o próprio Ubaldo se ruborizou com a peça. Que nada! A peça é muito light. Talvez Fernandinha tenha captado melhor a "intenção" do que eu ao ler o livro. Gostei muito. Ela é fantástica!
Adoro teatro. O ambiente é ótimo. Levanta muito o astral!
Eu não acreditava nessa história de revitalização do centro. Mas a coisa tá funcionando!
Ontem fui ver "Casa dos Budas Ditosos", com Fernanda Torres, sobre livro homônimo de João Ubaldo. Ganhei os convites e chamei monte de gente, mas estavam todos enrolados. O primeiro convidado foi o Baixinho, que me deu o livro. Ele chegou de viagem, mas... pra variar, business em primeiro lugar! E Julius, ainda em aulas na faculdade. No fim, a única pessoa que topou, depois de eu forçar um pouco a barra, foi Alice. Eu nem queria chamá-la porque ela mora muito longe e fica toda atrapalhada nas saídas noturnas. Sem falar que está com a mãe adoentada e mil complicações com as filhas. Fora isso, achei que ela ficaria constrangida com o texto. Mas, que nada... A companhia foi ótima e a gente se divertiu bastante. Principalmente porque... adivinha quem se sentou bem atrás de nós? Ninguém menos do que Fernanda Montenegro e Fernando Torres! Nossa... Como a gente se inibe com celebridades, né? Alice queria, mas não teve coragem de pedir autógrafo. Ficamos ali, cochichando feito duas adolescentes... Eh, eh, eh.
Vejam vocês como é a crítica. Dizia que o próprio Ubaldo se ruborizou com a peça. Que nada! A peça é muito light. Talvez Fernandinha tenha captado melhor a "intenção" do que eu ao ler o livro. Gostei muito. Ela é fantástica!
Adoro teatro. O ambiente é ótimo. Levanta muito o astral!
Eu não acreditava nessa história de revitalização do centro. Mas a coisa tá funcionando!
terça-feira, novembro 25, 2003
Tive um sonho e havia escrito sobre ele. O computador travou e perdi tudo. Não sei se conseguirei relatar de novo. Sonhei com Carlos, um amigo dos tempos de colegial. A gente se viu pela última vez aos 18 anos. Éramos muito ligados. Mas depois que terminamos o curso, nunca mais nos falamos. No sonho, ele tinha cara de uns 30 anos. A gente fazia a faculdade juntos. Viajávmos de ônibus. Ele apareceu na sala, que era bem pequena, dizendo que faltaria nos próximos dois dias pois o pai estava doente. Pouco depois, soube que ele morreu. Uma garota loira, que seria da nossa turma, disse que iria até a casa dele, direto. Não telefonaria para não ocupar a linha dele. E então, eu falei, apontando pra minha agenda: "Liga pro celular". Ela fez uma cara feia e saiu.
Pronto. Pelo menos registrei aqui o sonho, antes que ele se apague da minha memória. Engraçado... Se eu escrevo, não me esqueço dele.
Depois, tentarei falar mais de Carlos, meu grande companheiro de aventuras juvenis. Sei da razão do sonho. Foi porque falei dele para uma amiga ao comentarmos sobre a morte daquele casal de namorados em Embu. Falamos da falta de noção de perigo dos jovens. Lembrei-me, então, que aos 15 anos costumávamos matar aulas e vir para SP. Carlos e eu.
Pronto. Pelo menos registrei aqui o sonho, antes que ele se apague da minha memória. Engraçado... Se eu escrevo, não me esqueço dele.
Depois, tentarei falar mais de Carlos, meu grande companheiro de aventuras juvenis. Sei da razão do sonho. Foi porque falei dele para uma amiga ao comentarmos sobre a morte daquele casal de namorados em Embu. Falamos da falta de noção de perigo dos jovens. Lembrei-me, então, que aos 15 anos costumávamos matar aulas e vir para SP. Carlos e eu.
terça-feira, novembro 18, 2003
Droga! Parece bruxaria. Perdi o post. Ainda bem. Tava uma bela porcaria!
Resumo: Tô exausta. Fisicamente apenas. De cabeça, tô a mil. Cabeça fervendo! Tô ótima.
Mas não tem sido uma coisa constante. Ontem, por exemplo, desabei. Chorei um bocado, depois de uma discussão boba pela internet, com um conhecido. Conhecido sim... Não poderia chamar de amigo, apesar de eu ter essa mania...
Foi criancice... Queria um pouco de atenção. Na verdade, acho que queria contar um pouco de vantagem, contar pra ele do meu romance... Que besteira! Ninguém que não seja amigo de verdade tá a fim de ouvir esse tipo de coisa. E às vezes nem amigo!
Hoje o Baixinho mandou notícias. Tá na Inglaterra. Bateu uma saudade... Tenho que dar um jeito de ver esse homem!
Resumo: Tô exausta. Fisicamente apenas. De cabeça, tô a mil. Cabeça fervendo! Tô ótima.
Mas não tem sido uma coisa constante. Ontem, por exemplo, desabei. Chorei um bocado, depois de uma discussão boba pela internet, com um conhecido. Conhecido sim... Não poderia chamar de amigo, apesar de eu ter essa mania...
Foi criancice... Queria um pouco de atenção. Na verdade, acho que queria contar um pouco de vantagem, contar pra ele do meu romance... Que besteira! Ninguém que não seja amigo de verdade tá a fim de ouvir esse tipo de coisa. E às vezes nem amigo!
Hoje o Baixinho mandou notícias. Tá na Inglaterra. Bateu uma saudade... Tenho que dar um jeito de ver esse homem!
sábado, novembro 15, 2003
É definitivo. Não serei mais tolerante com os chatos e inconvenientes. Tem gente que não se manca. Só diz coisas desagradáveis. Deve ser meu lado masoquista que continua papo com gente que só enche o saco. Não adianta ser tolerante, esperar que mude. Na sexta à noite, um desses chatos estourou meu limite. O cara me mandou um ensaio "artístico" de uma mulher oriental. Perguntei "tá me estranhando"? E ainda lhe disse, on line, se eu por acaso tinha cara de sapatão. E ainda o infeliz teve a cara-de-pau de se desculpar e comentar que pensou que eu "gostasse de apreciar o belo". É o fim da picada. Disse um monte de baixarias em resposta, numa sequência de e-mails bem mal-educados e depois o bloqueei definitivamente, de todas as formas, nos e-mails e também nos contatos online. Ninguém merece. Além de tudo, o covarde fugiu da raia. Ah... e pensar que eu o perdoei quando ele passou dos limites uma vez, mandando fotos da esquartejada. Deveria tê-lo denunciado, enviando o IP e os "Detalhes" para a Delegacia de Crimes de Internet! Por falar nisso, vi que pegaram a infeliz que mandou spam sobre bomba no shopping. Pena que isso vai dar em nada. Ela e o pai deram uma de joão-sem-braço. Talvez fossem apenas dois tontos gaiatos. Tô cheia de gente que mal conhece a gente e se vê no direito de empurrar todo lixo de suas caixas pra gente. Será que eles pensam que pra se livrar de um e-mail precisa mandar pra outra pessoa?
Repassando baixarias e fazendo insinuações baratas, eles devem realizar o seu escroto. Pior é que eles não se enxergam. Deve ser óculos vencido, falta de memória. Blaagh. Que nojo!
Repassando baixarias e fazendo insinuações baratas, eles devem realizar o seu escroto. Pior é que eles não se enxergam. Deve ser óculos vencido, falta de memória. Blaagh. Que nojo!
quarta-feira, novembro 12, 2003
Tem dias em que a gente não planeja nada e dá tudo tão certo! Só pode ser porque a gente merece!
No último dia 29, marquei de comer nhoque com uma amiga.Cheguei atrasada, resolvi mudar o rumo do restaurante. Erramos o caminho e então, sugeri outro restaurante. Fomos procurar estacionamento e, de repente, estávamos na pora de uma cantina que parecia legal. Acertamos em cheio! Um nhoque maravilhos e muito bem servido. Deu até pra pedir um marmitex. Aí, ela ia me dar uma carona e pegar a Amaral Gurgel. Erramos novamente de caminho e quando vimos, estávamos bem em frente ao Mackenzie, onde estuda a filha da amiga. E a uma quadra dali, a papelaria onde eu acharia a tinta que precisava comprar! Mais duas quadras, no meu trajeto a pé, um antigo bazar onde achei os botões certinhos pra blusa que minha amiga me deu!
Hoje foi outro dia em que o destino me deu a mão. Tomei coragem e liguei pra ele. Acertei em cheio! Estava em Sampa! Ele falou que "precisava" vir ao shopping perto de casa procurar um livro. Trânsito horrível na Paulista. Fiquei esperando meio agoniada. Mas no intervalo, comprei o presente de casamento que precisava. Ele achou o livro sobre o tema. Não era o título que procurava, mas parecia até mais completo. Aí, como ele perdeu a hora das aulas, fomos relaxar! De tanto que mandaram os carros desviarem da Marginal, não é que o trânsito tava mais livre do que nunca? Tudo sem nenhum planejamento, assim de repente, foi muito mais gostoso!
No último dia 29, marquei de comer nhoque com uma amiga.Cheguei atrasada, resolvi mudar o rumo do restaurante. Erramos o caminho e então, sugeri outro restaurante. Fomos procurar estacionamento e, de repente, estávamos na pora de uma cantina que parecia legal. Acertamos em cheio! Um nhoque maravilhos e muito bem servido. Deu até pra pedir um marmitex. Aí, ela ia me dar uma carona e pegar a Amaral Gurgel. Erramos novamente de caminho e quando vimos, estávamos bem em frente ao Mackenzie, onde estuda a filha da amiga. E a uma quadra dali, a papelaria onde eu acharia a tinta que precisava comprar! Mais duas quadras, no meu trajeto a pé, um antigo bazar onde achei os botões certinhos pra blusa que minha amiga me deu!
Hoje foi outro dia em que o destino me deu a mão. Tomei coragem e liguei pra ele. Acertei em cheio! Estava em Sampa! Ele falou que "precisava" vir ao shopping perto de casa procurar um livro. Trânsito horrível na Paulista. Fiquei esperando meio agoniada. Mas no intervalo, comprei o presente de casamento que precisava. Ele achou o livro sobre o tema. Não era o título que procurava, mas parecia até mais completo. Aí, como ele perdeu a hora das aulas, fomos relaxar! De tanto que mandaram os carros desviarem da Marginal, não é que o trânsito tava mais livre do que nunca? Tudo sem nenhum planejamento, assim de repente, foi muito mais gostoso!
segunda-feira, novembro 10, 2003
Novamente, sonhei com minha amiga Angela. Eu a conheço desde que fazia cursinho.
No sonho, ela havia vindo com os filhos de Brasília, onde mora atualmente. Ela me telefonou quando já estava quase na hora do avião de volta. Marcamos de nos vermos em um bar conhecido, no centro da cidade. Disse a ela que nao a receberia aqui pois estava com problemas domésticos. Mas ela insistiu. Fui esperá-la no ponto de ônibus e ela apareceu com um cachorro todo sujo pela coleira. ERa um cachorro grande e peludo, do tipo "Lassie", de pêlos manchados. Ela estava impressionantemente magra (ela é bem gorda) e com um corpo de violão. Usava calça turquesa igual uma que eu tenho e uma camisa rosa, cores da moda. Fiquei atrapalhada e acabei convidando-a subir ao meu apartamento. Nisso, ela tirou diagramas de histórias em quadrinhos (do tipo de antigamente, de uns 40x60cm) e pediu para avaliar o talento de um dos filhos. Só que alguns eram originais que já foram usados em publicações antigas e estava assinado por um falecido diretor da Abril. Perguntei a razão. Aí, o filho dela (que apareceu não sei de onde) me falou que estava com aqueles originais como prova de que já passara por uma avaliação dessa pessoa. O menino tem uns 10 anos e usava rímel nos olhos. As historinhas estavam bem desenhadas. Detalhe: Na vida real, essa amiga está se separando, depois de finalmente confirmar a bissexualidade do parceiro. Ela tem dois filhos. Chegando ao meu apartamento, tudo estava muito bem arrumado, de modo irreconhecível. Minha filha havia dado um jeito na casa. Então, decidi que comeríamos algo ali mesmo, uma vez que eu estava com pouca grana. Vi que havia colocado uns eisbeins de molho, na véspera, e resolvi prepará-los rapidinho. Nisso, chegou minha amiga Rita. Ela carregava duas sacolas gigantescas e havia contundido o pé. Saltava uma bola enorme na sola. Me pediu para ir ao PS com ela. Só que eu estava com comida no fogo. Aí, pedi pra Angela acompanhá-la. Na saída, passamos pela salinha do computador e paramos na frente da telinha. Chamei Angela para conhecer a Internet e os contatos virtuais. Ela apertou um dos meus tantos bot~eos extras do mouse e a tela ficou congelada e embassada. E disse que levaria Rita ao médico e já seguiria para o aeroporto.
No sonho, ela havia vindo com os filhos de Brasília, onde mora atualmente. Ela me telefonou quando já estava quase na hora do avião de volta. Marcamos de nos vermos em um bar conhecido, no centro da cidade. Disse a ela que nao a receberia aqui pois estava com problemas domésticos. Mas ela insistiu. Fui esperá-la no ponto de ônibus e ela apareceu com um cachorro todo sujo pela coleira. ERa um cachorro grande e peludo, do tipo "Lassie", de pêlos manchados. Ela estava impressionantemente magra (ela é bem gorda) e com um corpo de violão. Usava calça turquesa igual uma que eu tenho e uma camisa rosa, cores da moda. Fiquei atrapalhada e acabei convidando-a subir ao meu apartamento. Nisso, ela tirou diagramas de histórias em quadrinhos (do tipo de antigamente, de uns 40x60cm) e pediu para avaliar o talento de um dos filhos. Só que alguns eram originais que já foram usados em publicações antigas e estava assinado por um falecido diretor da Abril. Perguntei a razão. Aí, o filho dela (que apareceu não sei de onde) me falou que estava com aqueles originais como prova de que já passara por uma avaliação dessa pessoa. O menino tem uns 10 anos e usava rímel nos olhos. As historinhas estavam bem desenhadas. Detalhe: Na vida real, essa amiga está se separando, depois de finalmente confirmar a bissexualidade do parceiro. Ela tem dois filhos. Chegando ao meu apartamento, tudo estava muito bem arrumado, de modo irreconhecível. Minha filha havia dado um jeito na casa. Então, decidi que comeríamos algo ali mesmo, uma vez que eu estava com pouca grana. Vi que havia colocado uns eisbeins de molho, na véspera, e resolvi prepará-los rapidinho. Nisso, chegou minha amiga Rita. Ela carregava duas sacolas gigantescas e havia contundido o pé. Saltava uma bola enorme na sola. Me pediu para ir ao PS com ela. Só que eu estava com comida no fogo. Aí, pedi pra Angela acompanhá-la. Na saída, passamos pela salinha do computador e paramos na frente da telinha. Chamei Angela para conhecer a Internet e os contatos virtuais. Ela apertou um dos meus tantos bot~eos extras do mouse e a tela ficou congelada e embassada. E disse que levaria Rita ao médico e já seguiria para o aeroporto.
sábado, novembro 08, 2003
domingo, novembro 02, 2003
Ainda bem que é só uma vez por ano... e já passou!
Só mesmo alguém que me conhece há 27 anos sabe exatamente como eu me sinto. Vejam o que ele escreveu:
"Sei que você não gosta, vai ficando ansiosa toda vez que a data vem se aproximando sorrateira...mas assim é a vida! Há sempre uma vez ao ano um dia em que subimos ao palco, no camarote, ao parlatório, à mesa, sob os holofotes, para receber a gratidão e a lembrança dos amigos e parentes. Sei que ficamos um pouco "avexados" (só para lembrar um pouco dos dias em Salvador) com isso, mas tudo bem. Receba a gratidão dos amigos e simplesmente agradeça com sua graça peculiar...
Então "deixe a vida te levar", "caia na gandaia, entre nesta festa", solte as frangas. As três...
E,de quebra, algumas estrofes de Epitáfio, de Sérgio Britto, gravada pelos Titãs:
" Devia ter complicado menos, trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos com problemas pequenos
Ter morrido de amor
Queria ter aceitado a vida como ela é
E cada um cabe alegrias e a tristeza que vier"
Só mesmo alguém que me conhece há 27 anos sabe exatamente como eu me sinto. Vejam o que ele escreveu:
"Sei que você não gosta, vai ficando ansiosa toda vez que a data vem se aproximando sorrateira...mas assim é a vida! Há sempre uma vez ao ano um dia em que subimos ao palco, no camarote, ao parlatório, à mesa, sob os holofotes, para receber a gratidão e a lembrança dos amigos e parentes. Sei que ficamos um pouco "avexados" (só para lembrar um pouco dos dias em Salvador) com isso, mas tudo bem. Receba a gratidão dos amigos e simplesmente agradeça com sua graça peculiar...
Então "deixe a vida te levar", "caia na gandaia, entre nesta festa", solte as frangas. As três...
E,de quebra, algumas estrofes de Epitáfio, de Sérgio Britto, gravada pelos Titãs:
" Devia ter complicado menos, trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos com problemas pequenos
Ter morrido de amor
Queria ter aceitado a vida como ela é
E cada um cabe alegrias e a tristeza que vier"
quinta-feira, outubro 30, 2003
Vou resumir o que houve com minha conexão.
Pouco antes do final de setembro, comecei a cair direto. Em alguns dias, nao conseguia parar mais que 10 minutos. Um inferno. Não esquentei muito pois quando eu ligava pra Telefônica, entrava aquele aviso: "Estamos com instablidade em algumas regiões. Por favor aguarde" Mas os dias foram passando e nada de resolver. Depois de muita espera, comecei a contatar os técnicos do Speedy. Cada hora eles apontavam uma causa. Eu comecei a ficar com mil dúvidas. De tanto que eles enrolaram, cheguei a acreditar que pudesse ser algo no meu computador, placa de rede ou modem. Como tinha muito trabalho, nao dava pra me dedicar muito ao problema. Quando sobrava um tempinho, lá estava eu no 0800.. e a Telefônica botando culpa no provedor. E o provedor dizendo que era da Telefônica. Semana passada, rodei a baiana, insisti. Escrevi pra diretoria do provedor, pro ombudsman da Telefônica, entrei em chat, fiz um histórico de todas besteiras ditas pelos técnicos e fui mandando pra eles todos. Anteontem, depois de uma visita do técnico e o escambau, me deram novo IP e tá tudo funcionado... por enquanto, melhor do que antes! Eles juraram que nao era pressão pra mudar para o "Novo Speedy". Então, acreditei! Acho que são só trapalhões, bagunçados e burros!
Pouco antes do final de setembro, comecei a cair direto. Em alguns dias, nao conseguia parar mais que 10 minutos. Um inferno. Não esquentei muito pois quando eu ligava pra Telefônica, entrava aquele aviso: "Estamos com instablidade em algumas regiões. Por favor aguarde" Mas os dias foram passando e nada de resolver. Depois de muita espera, comecei a contatar os técnicos do Speedy. Cada hora eles apontavam uma causa. Eu comecei a ficar com mil dúvidas. De tanto que eles enrolaram, cheguei a acreditar que pudesse ser algo no meu computador, placa de rede ou modem. Como tinha muito trabalho, nao dava pra me dedicar muito ao problema. Quando sobrava um tempinho, lá estava eu no 0800.. e a Telefônica botando culpa no provedor. E o provedor dizendo que era da Telefônica. Semana passada, rodei a baiana, insisti. Escrevi pra diretoria do provedor, pro ombudsman da Telefônica, entrei em chat, fiz um histórico de todas besteiras ditas pelos técnicos e fui mandando pra eles todos. Anteontem, depois de uma visita do técnico e o escambau, me deram novo IP e tá tudo funcionado... por enquanto, melhor do que antes! Eles juraram que nao era pressão pra mudar para o "Novo Speedy". Então, acreditei! Acho que são só trapalhões, bagunçados e burros!
quarta-feira, outubro 29, 2003
domingo, outubro 26, 2003
quarta-feira, outubro 22, 2003
Um milhão e oitocentas mil coisas que deixei de postar. Tô ocupadíssima. Monte de coisas dando errado. Mil coisas acontecendo. Mil coisas que não posso fazer... Tô chateada. Acho que cairia em baita depressão, não fossem também algumas coisas muito boas acontecendo!
Maravilhosos são os e-mails do Eduardo, agora em Salvador. Deu até vontade de chorar, de tão lindo que ele escreve! Desde segunda, já recebi três! De Salvador, também atualizei notícias do Ivã. Fotos divinas, palavras confortantes e animadoras.
Mas forças mesmo, só Julius para repor! Foi uma surpresa e tanto. Ontem, na hora do almoço, ele ligou, com velho pretexto de que tinha algo a resolver aqui por perto. Quando voltei, consegui fazer o trabalho correspondente a pelo menos três tardes! Até me esqueci dos problemas com computador e internet!
Que chato... Não poderei ir ao jantar de níver da minha amiga... Preciso definir prioridades. Não adianta eu querer fazer o que não posso. Tenho de caminhar dentro dos meus limites.
Problema não é apenas de trabalho. É não poder ficar acordada até tarde... e não fazer extravagâncias agora.
E depois: de que adiante espairecer aquele momento, com a cabeça nas preocupações?
Maravilhosos são os e-mails do Eduardo, agora em Salvador. Deu até vontade de chorar, de tão lindo que ele escreve! Desde segunda, já recebi três! De Salvador, também atualizei notícias do Ivã. Fotos divinas, palavras confortantes e animadoras.
Mas forças mesmo, só Julius para repor! Foi uma surpresa e tanto. Ontem, na hora do almoço, ele ligou, com velho pretexto de que tinha algo a resolver aqui por perto. Quando voltei, consegui fazer o trabalho correspondente a pelo menos três tardes! Até me esqueci dos problemas com computador e internet!
Que chato... Não poderei ir ao jantar de níver da minha amiga... Preciso definir prioridades. Não adianta eu querer fazer o que não posso. Tenho de caminhar dentro dos meus limites.
Problema não é apenas de trabalho. É não poder ficar acordada até tarde... e não fazer extravagâncias agora.
E depois: de que adiante espairecer aquele momento, com a cabeça nas preocupações?
segunda-feira, outubro 20, 2003
Ainda não parei de chorar pelo hd falecido.
Tinha backup da maior parte das coisas de trabalho. Mas perdi grande parte do meu histórico internético, registrado em centenas de e-mails. Ainda bem que .. (toc, toc, toc! ) Umas tantas coisas importantes foram guardadas neste blog.
Mas acho que algumas perdas serviram para que eu enterrasse de vez certos assuntos que ainda me magovam um bocado. Um deles -agora me dou conta do tempo decorrido - tem quase um ano... Foi aquela comfusão envolvendo o portuga e a mineira. Outro dia, o assunto voltou à minha memória, quando uma conhecida em comum, da rodinha do começo do ICQ no Brasil, falou dela. Confesso que ainda tenho saudades das manhãs em que tricotávamos muito. Era uma rotina diária, feito duas vizinhas que se viam pelo muro do quintal. Uma pena...
Eu sei que estou meio macambúzia. Meio, não... Bastante. Ando bastante irritada com esses contratempos, com falta de boas conversas. Todos estão muito envolvidos com seus próprios problemas para se concentrarem nos dos outros. Mas eu sou daquelas pessoas que ainda se abalam com as pessoas que estão ao lado...
Entristeceu-me muito a separação da sobrinha. Um ano e meio de casamento. Acho que a ruptura foi tão fulminante quanto a paixão. Detalhe: ambos aniversariam daqui 10 dias. Nasceram no mesmo dia, com 12 anos de diferença. Eu vi essa menina nascer, fui com a mãe dela ao hospital. Ou melhor, até comprei as alianças do casamento dos pais dela... Fiquei abalada sim!
E a minha paixão? Também anda com dificuldades. Problemas básicos de sobrevivência, dificuldades mil. Mas está reagindo, com sonhos e esperanças, como sempre. Claro que isso tudo seria um caos se dividíssemos mais o nosso tempo. Tem isso... A gente só se vê quando estamos bem. Então, isso tem sido pouco. Último encontro foi no Dia dos Professores. Tão pouco tempo, que reservamos apenas pra matar as saudades. Que saudades!
Tinha backup da maior parte das coisas de trabalho. Mas perdi grande parte do meu histórico internético, registrado em centenas de e-mails. Ainda bem que .. (toc, toc, toc! ) Umas tantas coisas importantes foram guardadas neste blog.
Mas acho que algumas perdas serviram para que eu enterrasse de vez certos assuntos que ainda me magovam um bocado. Um deles -agora me dou conta do tempo decorrido - tem quase um ano... Foi aquela comfusão envolvendo o portuga e a mineira. Outro dia, o assunto voltou à minha memória, quando uma conhecida em comum, da rodinha do começo do ICQ no Brasil, falou dela. Confesso que ainda tenho saudades das manhãs em que tricotávamos muito. Era uma rotina diária, feito duas vizinhas que se viam pelo muro do quintal. Uma pena...
Eu sei que estou meio macambúzia. Meio, não... Bastante. Ando bastante irritada com esses contratempos, com falta de boas conversas. Todos estão muito envolvidos com seus próprios problemas para se concentrarem nos dos outros. Mas eu sou daquelas pessoas que ainda se abalam com as pessoas que estão ao lado...
Entristeceu-me muito a separação da sobrinha. Um ano e meio de casamento. Acho que a ruptura foi tão fulminante quanto a paixão. Detalhe: ambos aniversariam daqui 10 dias. Nasceram no mesmo dia, com 12 anos de diferença. Eu vi essa menina nascer, fui com a mãe dela ao hospital. Ou melhor, até comprei as alianças do casamento dos pais dela... Fiquei abalada sim!
E a minha paixão? Também anda com dificuldades. Problemas básicos de sobrevivência, dificuldades mil. Mas está reagindo, com sonhos e esperanças, como sempre. Claro que isso tudo seria um caos se dividíssemos mais o nosso tempo. Tem isso... A gente só se vê quando estamos bem. Então, isso tem sido pouco. Último encontro foi no Dia dos Professores. Tão pouco tempo, que reservamos apenas pra matar as saudades. Que saudades!