sábado, julho 01, 2006

sonho com sosia do ministro

Estava com visita em casa. A família de uma amiga, aquela que está há quase dois anos na China. Só que no sonho, ela ainda tinha criançaspequenas, mais ou menos como há uns 10 anos. Eu havia preparado uma bacalhoada, do jeito que ela adora. Mas era só de bacalhau, cebola, batatas e cenoura. Saí para procurar pimentões e mais algum outro prato pronto pra complementar nosso almoço. Fui procurar uma rotisserie. Depois da compra, quando retornava para casa, encontrei um conhecido carregando muitos livros e revistas. Era a cara de um sujeito cuja foto vi na Internet há alguns anos, e que nunca o vi pessoalmente.Não me lembro do nome dele, mas me recordo bem das circunstâncias do nosso papo. Ele trabalhava na região do Anhangabaú. No sonho, ele me falou que estava numa pior e iria vender aquelas publicações, numa tal"operação verão". Me pediu ajuda. Precisava falar sobre aquelas obras de arte e não tinha menor idéia. Folheei os livros, na verdade, álbuns. Eram em papel com textura e alguns tinham traços a lápis que pareciam originais, iguais aos de um desenhista alemão muito conhecido, mas que esqueci o nome agora. De repente, olho para trás e vejo um japonês de vasta cabeleira e olhos muito pequenos, vestido de terno cinza. Era a cara do Koizumi. Dirigi-me a ele em japonês, meio sem graça porque ele me viu de papo estranho com o vendedor de livros. Expliquei a ele do que se tratava e que o rapaz passava por necessidades. Em seguida, complementei a explicação dizendo que fiquei olhando para ele pois se parecia muito com um de meus irmãos. Aliás, sempre achei que meu irmão lembra vagamente o ministro, de longe, o mesmo tipo físico e os cabelos quase brancos. O sujeito se interessou, examinou os livros e comprou-os quase todos. Fez as contas e um cheque, perguntando antes qual banco o vendedor preferia. Eu o ajudava a se comunicar, traduzindo. Mas, de repente, descobri que ele era nissei e até conhecia um ex-chefe meu, também nissei. Aí ficamos fofocando sobre o cara. E ele me mostrou a conta: total de R$3,999,oo. O valor estava escrito a lápis na página de um dos livros. Acho que o sonho parou por aí...

PS: O desenhista autor do livro do sonho era Steinberg. O cara não é alemão. É norte-americano nascido na Romênia, segundo Wikipédia. Será?

quarta-feira, junho 28, 2006

Frio

Todo ano é a mesma coisa. A gente sabe que ele vai chegar certo dia. Mas nunca estamos suficientemente preparados. Aí, justamente quando esfria, descobrimos que não temos nenhuma roupa adequada pra um programa especial. Que nada nos serve! Vou aproveitar para separar mais algumas roupas pra campanha do agasalho, que parece que está completamente órfã este ano. Pelo jeito, nao temos uma primeira-dama, entre outras coisas... Brrr!

Ontem comprei novas lãs. Fui a uma casa na rua da Graça, chamada PortFio. Fiquei babando com os lançamentos do ano, sem falar nos fios importados da Argentina, Itália e Uruguai. Estou tentada a buscar um que vi só depois que tinha feito a escolha, optando pela Botoné, da Pingouin. Tô com maior coceira de aprender a mexer com tear. É que acho aquele treco maior trambolho... Mas vi uns trabalhos prontos e gostei. Droga! Devia ter começado antes. Se tivesse, estaria com algumas novidades prontas! Tinha desistido, mas agora deu tb vontade de fazer um bolero. Tô bolando como vou fazer com opçao pra esticar depois, quando passar a modinha.


* * * *

Esta noite dormi pouco e tive um porção de sonhos estranhos. Ou melhor, como o sonho foi picado, me lembro de vários flashs. Um deles foi com Ariranha, um carinha que conheci há uns 5 anos pela net e que deletei há uns meses do msn. Por que o deletei? Porque ele tá sempre on e toda vez que falo com ele, tá ocupado. E toda vez que ele fala comigo é pra me pedir um favor. Pois no meu sonho, ele tinha descobrerto que eu o apaguei. rssr.
O último sonho foi com minha mãe. Eu era adolescente e briguei com ela porque cheguei em casa e ela estava doente, de cama. Não me recordo das palavras, mas no sonho sei que fui muito dura com ela. Acordei e fiquei aliviada ao constatar que não foi nada disso.
A volta desses pensamentos tem tudo a ver com minha conversa com Alice sobre a mãe dela...

* * * * *

Nossa, foi muito estranho. Retomei ontem contato com um passado que pareceu muito, muito distante. Recebi e-mail do Carioca. Respondi sem mágoas, numa boa. Gostei da conversa. Falamos de nossas vidas, sem trocar farpas. Aí, baixou curiosidade de saber mais coisas que não perguntei pra ele. Nada como o orkut e as pistas que ele nos dá. Levei um susto ao olhar fotos de pessoas da família dele. Aproveitei pra espionar famílias de outras pessoas conhecidas. Incrível a visão "oficial" que apresentam e a realidade! Só conferindo aquelas que conhecemos.

segunda-feira, junho 26, 2006

travessuras

Peguei outra gripe. Terceira da temporada. Não sei a causa da minha queda de resistência. Ou melhor, nem sei se é gripe ou rinite.
No sábado, resolvi desentocar assim mesmo.
Acordei meio febril, o nariz fechado. Mandei um benegripe + descon + afrin... e fui pra farra!
Aceitei a proposta de um amigo para comemorarmos a vitória do Brasil. Topei o desafio de me vestir de verde e amarelo para umas brincadeiras na rua. A pé e no trânsito. O dia começou com jeitao de inverno, mas logo o sol subiu firme e forte. E eu de blusinha de lã amarela, saia de couro verde (garrafa) e botinha. Tentei agasalhar as pernas com uma meia presa a uma cinta-liga, mas nao deu certo. As meias, de tamanho médio, ficavam marcando minha coxa e ameaçavam deslizar canela abaixo. Em uma loja onde meu amigo foi comprar uns componentes eletrônicos, percebi pelo menos um olhar intrigado. Confesso que fiquei tentada a desviar a programação, mas resolvi nao mudar o script original. Seguimos em frente, com travessuras no meio da rua, com eventuais apalpadas. Como sempre, ele já havia escolhido o roteiro e os cenários seguintes. Fico impressionada com pessoas que estudam o mapa. Depois de uma rápida tomada pela marquês de S Vicente, concluímos a performance num ambiente pretensamente tailandês. Os móveis eram de bambu, com detalhes em sisal e/ou juta. Dois andares, lembrando cabana do Tarzan. Tinha colchão d´água e cama comum, um em cada andar. Mas nem experimentamos. O banquete foi na mesa mesmo. Meio frio e dolorido. Mas valeu a pena a degustação... Dali, resolvemos esticar para um restaurante grego, saborear aquele pratinho tao divulgado na novela global. Aí, de repente, um contratempo. Não é que os tais componentes ficaram lá no meio dos bambus? Provavelmente caíram do bolso na hora em que as vestes foram jogadas de qualquer jeito sobre um vaso. Retomamos aos cenários do encontro matinal. Ruas completamente tomadas por compradores de final de semana. Mal dava para transitarmos a pé. Desviando da multidão, acompanhei aquele paulistano em meio ao rush, correndo contra o relógio. Sol forte, calor e eu de blusa de lã. Me perdi apenas umas duas vezes e acabamos a manhã com chopes e bolinhos de bacalhau lá no bar do Leo, um point badalado ali do pedaço. Ah! A performance na mesa tailandesa rendeu algumas fotos interessantes. Pela primeira vez me vi de um novo ângulo. Até que a visão não é tao ruim a ponto de me constranger. Confesso que gostei do resultado. rsrsrs.

segunda-feira, junho 19, 2006

Sabia....

...que a qualquer momento, ao clicar no link ao lado, daria com um "no found". Ele há havia avisado. Mas juro que pensei que desta vez pudesse ser um blefe. Pena. Depois de tantas vezes, ainda não compreendo por que ele faz isso! Do mesmo modo, Luiz não deve entender como eu posso ficar aqui, do mesmo jeito, no mesmo endereço, depois de tanto tempo! Principalmente com tão longos períodos em nada de interessante para escrever...

O motivo de minha ausência poderia ser aquele que alego vez em sempre: para evitar choros, lamúrias, tristezas. Não que isso seja ruim. Confesso que algumas lamentações me deixam bem. De repente, leio aquele rosário e penso que eu sou de fato uma pessoa feliz. Sim, eu sou mesmo! Mas desta vez, só não escrevi porque estou entretida com outros afazeres e não acho nada engraçado para registrar.
Estou às voltas com minhas terapias de inverno: tricô e costura! Depois de me aventurar pela 25 de Março, passei o feriado trocando capas das almofadas. Usei a MiniSinger e o resto, fiz a mão. Me animei a costurar depois que visitei a mostra de roupas de minha amiga de Muzambinho. Incrível como uma roupinha bem costurada a mão pode ficar graciosa. Fiquei encantada com os pespontos regulares e bordados que ela projeta. Simples costuras. Agulhadas certeiras em material adequado. Também me lembrei dos trabalhos da minha mãe, do quimono que ela me deu na véspera de sua partida. Pontos minúsculos, completamente invisíveis. Difícil de acreditar que tenham sido a mão. Mas eram assim as delicadas vestes de seda de antigamente. E minhas almofadas em matelassé de cetim ficaram perfeitas!
Saudosa, me recordo novamente de minha mãe... No início da década de 70, quando nos mudamos para a cidade, ela foi fazer corte e costura. Quem dava aulas era uma freira, a irmã Brigite. Às vezes acompanhava minha mãe, meio contrariada. E acabava me entretendo com novos pontos de tricô e também a ajudava a montar amostras de acabamento. Nosso "caderninho" de amostras foi o mais perfeito. Desde aquela fase, tive maior aversão por costura. Entretanto, agora me descubro com incrível habilidade para essa arte. Deve ser a idade...

terça-feira, junho 06, 2006

Quase 5 anos de blog!

Só agora, quando vi que Luiz está prestes a detonar novamente o blog dele, o Esquindolelê, me dei conta de que no final de julho, o Soumaiseu fará 5 anos. Tá certo que tenho longos períodos de inércia e esses períodos andam muito longos, mas... Não sei por que, nuncam e deu vontade de sumir com tudo que tenho aqui. Confesso que de vez em quando abro algum post aleatório, lá atrás, e às vezes é difícil acreditar que fui eu mesma que escrevi. Mas acho isso interessante. Maluquice? Na certa que sim. Afinal, eu escrevo aqui pra mim mesma, acima de qualquer coisa!

segunda-feira, maio 29, 2006

Um novo dia

Respirar fundo e seguir em frente. Ficarei bem!

Estes e-mails resumem o que eu passei nas últimas semanas.

Escrevi pra minha amiga de infância:

"Você foi discreta e continuou presente com sua presença amiga. Quero ressaltar que isso foi muito importante para mim. Não imagina o quanto me estressei e me aborreci com os inconvenientes de plantão... Teve uns amigos de toda hora que de repente sumiram. Me ligavam todos os dias ou conversavam pelo MSN.. De repente, ficaram em silêncio. Teve também pessoas que nao me contatavam há anos e inventaram de ligar como quem nao quer nada. Tudo me encheu... Independentemente dos acontecimentos, minha principal preocupaçao nesses momentos foi com o bem-estar de todos, a tranquilidade, o equilíbrio e a manutenção da integridade física, moral e psicológica. Situaçao difícil quando temos tantas pessoas da mesma família envolvidas com tema tao complexo."


E ela:

"... bem que imaginei a gde confusao que ia ficar com tudo que acompanhei pelo noticiario, nao citarei nada via e-mail, nem por tel. pq eu nao confio em nenhum tipo de comunicação. Nao se preocupe pq graças a Deus mesmo sem o diploma universitario e pertencente a classe (povo) nao sou hipocrita e nao acredito na midia manipulada, e ja tirei todas as conclusoes possiveis e impossiveis espero de coração que o teu irmao tenha muita força p/poder passar por cima de tudo e sei que ele vai conseguir mesmo sabendo que nao é facil , mas ainda temos a lei Divina, e qto a tua filha entrega nas maos de Deus pq nao adianta vc ficar preocupada as criancas crescem e vao seguindo seu proprio caminho e vc queira ou nao tera que deixar ela tomar seu proprio rumo. E outra coisinha , mesmo sem nos ver há quase 40 anos eu os carrego dentro do coração . "

quarta-feira, maio 24, 2006

Finalmente...

..criei coragem e cortei o cabelo.

Tá completamente repicado... Curto em cima e, nas laterais, na altura da orelha. Na nuca tem um rabicho de um palmo. Gostei do resultado!

Fomos ontem, Alice eu, no salao da Galvao Bueno, na Liberdade. Depois, passei no Ikesaki e comprei henna, creme e xampu, pra fazer manutençao no novo visual. Almoçamos naquela casa de lámen, na mesma rua e fuçamos as lojas de quinquilharias domésticas. Como estava em clima de gastança, fiz a extravagância de investir 99 reais numa garrafinha térmica de aço escovado, pra viagem. Muito boa a garrafa. Já testei de ontem pra hoje. Eu nao sou muito ligada em garrafas térmicas. Prefiro esquentar café ou chá na hora, no microondas. A garrafa é pra minha filha.

Fazia um bocado de tempo que nao me dava direito a comprar uma inutilidade pra ela. Ao ler o blog da minha amiga Mitia, ou melhor, o que ela escreve sobre as travessuras e descobertas da filha dela, de 5 meses, me lembro daquela minha fase. Vinte anos se passaram! Aí, me lembro também de quando minha irmã e meu cunhado foram ao Japão com a mãe de meu cunhado. Na época, ele tinha uns 60 anos e a mãe dele, perto de 90. E ainda ela dava broncas e fazia recomendações, como se ainda fosse criança. A gente se cansa de ouvir esse papo, de que para as mães os fihos serão eternamente crianças, mas custamos às vezes a perceber o quanto às vezes somos ridículos!

Acho que já falei aqui que eu só me senti passando para o outro lado, o das mães, depois que minha mãe morreu... Acho que é assim mesmo. Enquanto elas estão perto da gente, ficamos no papel de filha. Aí, de repente, já passada da idade, me vejo obrigada a ser finalmente adulta! Será que consigo?


Trecho de e-mail que recebi hoje de uma amiga que mora em Mu zam binho:

"voce diz do coracao apertado.....e o que venho sentindo constantemente com a situacao politica, social, educacional, cultural, ambiental...do nosso pais as vezes acho que o problema sou eu, ja que fiquei quinze anos ausente daqui...fico indignada com a falta de palavra, respeito, responsabilidade das pessoas
aqui em Mu zam binho estou há pouco mais de 2 anos e meio para exatamente sentir de perto uma das facetas de artesaos... tem sido uma grande experiencia de vida, ao mesmo tempo em que entendo por que o Brasil e esse pais sem planejamento....às vezes as lagrimas rolam sem parar ao ver tanta ignorancia, mentira, materialismo..."

Também tenho dias em que lágrimas rolam sozinho. Mesmo assim, continuo otimista e esperançosa!

quinta-feira, maio 18, 2006

Retomando

Deu pra perceber que andei sem paciência alguma pra postar por causa dos últimos acontecimentos em São Paulo, né?

Continuo preocupada, muito tensa. Com a minha filha só tenho me comunicado o mínimo, desde segunda cedinho, quando ela foi pra academia. Esperava retornar naquela noite, mas até agora (quinta à noite), continua por lá. Ainda não sabemos como será o final de semana...

Novamente, fico analisando as reações, comportamentos estranhos de amigos e "amigos". Uns inconvenientes, outros cheios de dedos. Hoje recebi e-mail de uma pessoa que não vejo há quase 30 anos. Fomos amigas na adolescência. Havíamos retomado contato no ano passado, pela Internet, porém ainda nem falamos por telefone. Fiquei sensibilizada com a preocupação dela com minha família. Algunss telefonemas me surpreenderam. Falta de outros também...

segunda-feira, maio 15, 2006

Muita tensão

Incrível a encheção dos palpiteiros. Todo mundo tem uma solução para os problemas complicados que vivemos. Maioria nem faz idéia da dimensão das coisas...

quinta-feira, maio 11, 2006

terça-feira, maio 02, 2006

sem tchau

E ele foi embora sem falar tchau... Por que a gente se importa quando isso ocorre com certas pessoas?

Bisbilhotices no orkut

Primeiro levei um susto, mas agora tô me divertindo com as bisbilhotices no orkut. Eu espio todo mundo que vem me espiar e isso tá virando uma bola de neve. Engraçado como algumas pessoas everedam pelos caminhos mais estranhos até chegar à minha página.

sexta-feira, abril 28, 2006

Manias

Cada doido tem sua mania em relação ao micro. Já vi vários com mania de deixar os ícones arrumadinhos. Meu vizinho, o sr. O r e stes, é um deles. Sem falar em detalhes na visualização do WExpoler, entre outras coisas. Eu tenho manias com teclados. Eles precisam ser ótimos e não pode ter molejo diferente em nem uma teclina. Se tiver, eu me sinto gaga. Essa mania vem dos tempos da máquina de escrever. Eletrônica, elétrica e manual. Antes disso, tinha as canetas. Adoro canetas! Nada mais justo pra quem vive do ofício de escrever, não acham?
Pois então... Passeando pela Santa Efigênia, encontrei em oferta um teclado "hispano", dos últimos que saíram com a marca Compaq, por 19 reais. Vibrei e apostei que não teria problema algum se colocasse no lugar do outro idêntico abnt2, já capenga, que comprei por 50 reais há uns 2 anos. Fiz isso e troquei as teclinhas correspondentes, arrancando do velho. O N com til pelo Ç e assim por diante. Mas alguma coisa ficou esquisita. E e o ?. Mistério... sumiu! E até o respaço correspondente a ele foi engolido por um shift duplo. Fucei, fucei, abri o mapa de caracteres em tudo que é fonte... e cadê o danado ? É alt+ W! Pode uma coisa dessa? Alguém já experimentou apertar alt+W? Meu polegar direito se recusa a teclar qualquer coisa diferente de barra! Fiquei no maior desespero e impedida de fazer perguntas. No msn, então... Maior tortura! O jeito era usar um emoticon acionado por outra tecla. Mas... Tem hora que aqueles gifs saltitantes dão nos nervos, né? Aí, falei com José Luís, o meu guru de Portugal para assuntos informáticos! E não é que ele me lembrou o óbvio? Claro! Santo esquecimento! ctrl+alt = alt+Gr! Ufa! Posso voltar a interrogar! ???? Maravilha!

aquele concurso

Não, não pensem que fiquei de fora! Ainda há esperanças!

"O 1º Concurso Literatura para Todos recebeu a inscrição de 3.387 obras. Deste total, 2.095 obras atenderam as especificações do Edital nº 1/2005/SECAD/MEC, de 15 de dezembro de 2005.

Em razão deste grande número de obras inscritas, a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade comunica que a data para a divulgação do resultado provisório de que trata o item 4.4 do Edital fica adiada para o dia 22 de maio de 2006."


Me aguardem!

Ainda restam algumas semanas para o minuto de fama desta blogueira!

quarta-feira, abril 26, 2006

Reencontros

Ontem, depois de mais de dois anos, matei saudades de minha amiguinha M i t i a, do interior fluminense. Conheci-a há uns 7/8 anos pelo icq. Ela tem esse nome estranho, apesar de origem árabe. Foi uma homenagem a uma amiga oriental da mãe dela, que devia ser M i t i e. Alguns funcionários de cartório invocavam que nome feminino tem que terminar em 'a" segundo a língua portuguesa. Daí surgiram SumikA, SatikA, YurikA, etc.
Foi uma delícia matar saudades dessa amiga, minha companheira das manhãs solitárias de domingo, bem antes da banda larga. Ela teve um bebê em dezembro e está muito, muito diferente. Sempre uma graça de pessoa, um sucesso como artesã.
Também revi o dr. Max, meu amigo que se autoapelida "Picolino", por ser um nórdico que foge do frio. Este surgiu irreconhecível, sem barba e bigode e muitos quilos mais magro.
Pena que quando esses dois apareceram, eu já estava na minha hora-limite de sono...

sábado, abril 15, 2006

Sexta Santa

Ontem, sexta-freira santa, fui visitar sete igrejas, com a família de minhas amigas S i l m a r a e G e o r g i a. Chamei Alice para nos acompanhar. Adoro Alice, mas ela estava muito chatinha.
O pessoal se atrasou e iniciamos nosso passeio por volta de 11h. Mesmo assim, ás 13h30, havíamos concluído. Nosso roteiro foi: Coração de Jesus, Santa Efigênia, São Bento, Santo Antônio do Patriarca, São Francisco de Assis, São Francisco das Chagas e Rosário.
A idéia da romaria é de agradecer pelo ano e fazer pedidos. Eu agradeci e fiz pedidos pela família, mais ou menos como no Tanabata. Acompanhei o pessoal para aproveitar a caminhada e passear. Foi legal. Mas as fotos que tirei nao ficaram lá essas coisas. Nunca tiro fotos boas com muita gente buzinando no meu ouvido. Fiquei irritada com Alice.

Na manhãzinha de sexta santa.

Estávamos na casa da Alice. Uma cozinha estranha com uma fileira de fogões no meio. Seis ao todo, enfileirados um de costas para outro, três de cada lado. Branco, verde, vermelho e marrom. Fogões simples. Todos fornos estavam ligados. Parecia pensão antiga, do interior. Toalhas de xadrezinho vermelho. Eu tinha uma prova, estava em cima da hora. Alice preparava almoço. Frango cozido. De uma bacia onde estava temperado, retirou alguns pedaços para cozinhar antes. Chegou também a prima Alcina. Cabelos loiros., óculos de rosa claro, quase transparente.Dona Ana andava de um lado para outro, olhando as panelas. Saí e fui ao local de trabalho da Keka. Parecia também um quarto dos fundos. Duas escrivaninhas e máquina de escrever do tipo lettera 32. Fui ajudar, pensando em como era difícil datilografar. Arcaico. Datilografei uma folha inteira, deixando apenas meio centímetro nas bordas. Voltamos. Alice limpava o quarto. Móveis bem escuros, estilo colonial. O quarto dela era o primeiro de um imenso corredor. Ela esfregava tapetes de pêlo branco. Tinha uns 6 gagos. Iguais à Cindy, com rabinhos bem pequenos e curtos. Um era diferente. Era um tigre igual dos sucrilhos.Estavam todos deitados embaixo da cama. Fui pra outro compartimento, que era como se fosse um estádio, onde ocorria a prova. Era uma segunda-feira. Comentei que embora tivesse tempo, nada estudei. O estádio já estava lotado.

De sexta para sábado

Estávamos em um ginásio do tipo Ibirapuera. Assistíamos a um show, que não sei de quem era. Li, com camisa xadrez vermelho/branco bem miudinho, em pé, um degrau acima de mim. Um beijo gostoso. Dali a pouco, um susto. Em seguida, me diz que os pais dele estão ali e não sabe se o viram. Pede pra eu sair na frente. Saí e não o encontrei mais. Perdida, resolvi comer algo, uma espécie de macarrão numa barraca dum chinês. Não era do tipo yakissoba. Era um macarrão branquinho que boiava na água. Pareciam tirinhas de nabo, com rabanete picado. O caldo era transparente.Só que meu prato não fica pronto nunca. Depois de demorar um tempão, resolvo reclamar. Aí, em vez do macarrão, o chinês me entrega um doce, que parecia feito de amendoins caramelados.

terça-feira, abril 11, 2006

ratos.......iiiiic!

Aviso ao Professor:
Não adianta, não verei esse filme. Nada de ratos e nada de prisões! Tô fora!

Nada como um trabalho cheio de nós pra gente nem pensar em outros problemas!

Agora, só vou esquentar a cabeça escolhendo chocolates!

segunda-feira, abril 10, 2006

Inspiração e post

O ideal seria estar inspirada todos os dias. Ou entao postar apenas quando tiver algo interessante pra dizer. Mas não. Hoje tô só cumprindo tabela. De repente, sinto-me com esse compromisso em relação aos meus 6 assíduos leitores...

O final de semana foi tranquilo. Duas idas ao Bom Retiro. Muitas pernadas. Caminhar pelas ruas e olhar vitrines é sempre um bom exercício, mesmo embaixo de sol ardido. Divirto-me mais em ficar observando pessoas. As sacoleiras, que em sua maioria são gordas, feias e bem peruas. E todas tentando seguir o modelito da novela das oito. Até que eu gosto de algumas coisas, mesmo tendo me cansado dos vestidos da Vitória. Ainda mais que não sei mais se ela é do bem ou do mal. Também enjoei dos vestidos da Katina. Todos iguais. Mudam apenas as estampas e cores. Já os sutiãs da Safira... Tsc, tsc, tsc. Eu adoro langeries de modo geral. Mas mostrá-las publicamente, acho de tremendo mau gosto pra quem tá pra lá de quarentona. Até mesmo as alcinhas. E agora elas são vendidas à parte, para expor através das blusinhas cavadas. Algumas são de silicone com apliques de miçangas. Quando novas, ficam ótimas. Em meninas igualmente novas. Desde que não sustentem muito peso e nem tenha muita carne nos ombros. Porém, as gordas e gorgulejantes peruas parecem não ter espelho em casa. Pois então! Adoro ir ao Bom Retiro porque volto me sentindo gatíssima. Ah, ah, ah!