Às vezes coloco aqui umas coisas que me incomodam e fica a sensação de que sou uma pessoa rancorosa. É só pra registrar meu protesto publicamente, embora sem coragem de dizer às pessoas na cara dura. Pode não resolver pois o problema continua, mas ajuda bem. Mas depois de entrar em contato com a tal "conscienciologia", estou trabalhando melhor esse aspecto.
Após um longo sumiço, o Professor reapareceu ontem na Internet. Fiquei aliviada em vê-lo. Pensava até em telefonar ou mandar torpedo. Entretanto, a alegria despencou quando ele apenas pediu uma informação e explicou que seu computador pifou e está sem internet, uma vez que deixou o emprego vespertino.
Aí, pensei em falar um monte. Mas refleti e concluí que estaria sendo muito injusta. O homem tá enrolado, sobrecarregado e essa história de "pedir ajuda" às vezes é um pretexto para retomar o papo. Mesmo porque a orientação que me pediu, qualquer outra pessoa poderia dar...
Para quem nao sabe, BLOG é um diario online. Vida secreta de uma quarentona sem ataque de nervos. PS: Era quarentona, quando comecei. Agora, sou cinquentinha. * * * * Pomba Enamorada, é personagem-titulo de´conto/livro de Ligia Fagundes Telles, que dança uma vez com um sujeito em quem fica pensando durante 25 anos. ******* amanary@gmail.com
quinta-feira, maio 12, 2005
quarta-feira, maio 11, 2005
Tolerância
Faço de tudo para aumentar o meu nível de tolerância.
Penso: "bem-aventurados os pobres de espírito".
Quando sou bombardeada por perguntas, penso: "Quanta ignorância!"
E também penso nas tantas vezes em que fui socorrida, no tanto que aprendi graças à internet.
Dai-me paciência!
Mesmo assim, é duro agüentar gente que pensa falando... ou pior: pensa teclando. Em vez de dar um f5, tentar novamente, lá vem o comentário: "Quero ler a Veja e a página não carrega(sic)".
Por que a criatura nao diz: "Você pode fazer o favor de pegar o artigo tal e me enviar por e-mail?". Seria tão simples...
Penso: "bem-aventurados os pobres de espírito".
Quando sou bombardeada por perguntas, penso: "Quanta ignorância!"
E também penso nas tantas vezes em que fui socorrida, no tanto que aprendi graças à internet.
Dai-me paciência!
Mesmo assim, é duro agüentar gente que pensa falando... ou pior: pensa teclando. Em vez de dar um f5, tentar novamente, lá vem o comentário: "Quero ler a Veja e a página não carrega(sic)".
Por que a criatura nao diz: "Você pode fazer o favor de pegar o artigo tal e me enviar por e-mail?". Seria tão simples...