Para quem nao sabe, BLOG é um diario online. Vida secreta de uma quarentona sem ataque de nervos. PS: Era quarentona, quando comecei. Agora, sou cinquentinha. * * * * Pomba Enamorada, é personagem-titulo de´conto/livro de Ligia Fagundes Telles, que dança uma vez com um sujeito em quem fica pensando durante 25 anos. ******* amanary@gmail.com
quarta-feira, outubro 05, 2005
alergias
Acho que este ano nao conheci ao vivo nenhum amigo virtual. E então, Apreciador? Se habilita? Ou será que nós já nos vimos ao vivo? hummm...
Eu estou impaciente e ranzinza. Admito. Começo a conversar com alguém e bastam cinco minutos para iniciar a contagem regressiva para detonar. Às vezes o estopim pode ser simples exagero no uso de emoticons. Mas é dose agüentar alguém me chamar de "princesa", né? Ah sim.. tem aqueles que usam o mesmo discurso há anos com a variante roubada daquele filme: "bongiorno, principesca" (?).
Minha caixa postal vive lotada de campanhas contra o desarmamento. Eu parei de argumentar. Não dá pra debater esse tema com quem pensa diferente...
Fiz download, imprimi algumas páginas e comecei a ler Violetas na Janela.
"O amor forte e sincero de minha mãe acompanhava-me protegendo como sempre, dando-me coragem e alegria. Amor de mãe é como um farol a iluminar seus entes queridos e a perfumar suas existências. As violetas encantavam-me, não só enfeitariam a janela do meu quarto, mas a janela do mundo novo que defrontava a minha frente. Violetas na janela..."
A verdade é que não há como alguém que está aqui saber a verdade. A busca comprovada de todas as respostas enlouqueceria qualquer um. Acreditar, de vez em quando, em algumas dessas coisas que lemos, ajuda a trazer a paz, sim. Eu tenho dormido superbem com essas leituras. E parece que os gatos apreciam muito esses livros...
Amor
"Data estelar de hoje: Mercúrio e Júpiter em conjunção, Lua cresce no signo de Escorpião.
Nossa humanidade é instada a elevar seu conceito de amor, tirá-lo do meramente romântico para colocá-lo em seu devido lugar, o da prática. Amor que se espera receber é aquele que vem, mas também vai embora um dia, deixando a memória amarga da decepção. Por outro lado, amor que o humano pratica é aquele que resulta de sua decisão de oferecer seu melhor, sem poupar recursos mentais, emocionais ou físicos. Esse amor se transforma em tesouro adquirido, que não se perde mais, constituindo-se no verdadeiro enriquecimento que a alma anseia, mas que busca no lugar errado ao tentar convencer-se de o amor ser meramente um momento romântico. Amar não é sentir, amar é fazer o melhor." (Quiroga no Estadao de hoje)
ai, ai... (suspiros!)
terça-feira, outubro 04, 2005
Fora do ar
Parece que os meus poucos prováveis leitores nem sentiram falta...
Acho que o Apreciador desencanou... ou será ele um tal que deu de mostar a cara no msn?
sábado, outubro 01, 2005
Dores de cabeça
sexta-feira, setembro 30, 2005
sumiço justo
terça-feira, setembro 27, 2005
A Esfinge e O Apreciador
A não ser que sejam duas faces de um mesmo ser.
Ou serão, talvez, almas gêmeas?
Eu estou com as mãos cheias de machucados. Parece que uma ferida leva a
outra. Primeiro, furei a palma esquerda com a ponta da faca, ao tentar separar dois
pães de queijo congelados. Aí, com a mão machucada, toda desengonçada, acabei queimando
a outra, em dois lugares, ao manusear cola quente. Neste frio, tudo dói pra caramba. Ainda bem que não pegou nenhum dedo que prejudique a digitação. Quando isso acontece, eu digo que me sinto g-g..gaga!
segunda-feira, setembro 26, 2005
Anotando idéias
Na semana passada, baixei o Firefox, animada por uma matéria no caderno de Informática da FSP, do final de agosto. No começo fiquei meio com pé atrás. Mas agora, com alguns dias de adestramento, esse navegador tá tinindo. A velocidade é incomparável. Recomendo.
Fiquei feliz com o retorno da Esfinge. Pensei que ela tivesse me abandonado de vez, talvez enciumada com a chegada de O Apreciador.
Hoje estou inquieta. Acho que, apesar da chuvinha, vou fazer a minha caminhada básica.
Paz e harmonia!
De repente, no meio da tarde sombria, fria e chuvosa, o telefone toca. Uma voz diz: "Paz e harmonia!" Que delícia. Senti que a paz e a harmonia vieram para mim com aquela voz, recém-chegada de Recife. Era minha querida amiga Titi. O dia, além de tranquilo, ficou mais iluminado depois de conversar com ela. É daquelas pessoas que me fazem crer em algo além. Ela e toda a família dela. Bateu uma saudade imensa de Ju e dona Joana. Mas uma saudade boa, de lembranças ótimas.
A Feiticeira
A reboque do filme que estreará na sexta, o seriado da bruxinha Samantha foi o tema da conversa dos saudositas. E Eduardo tem a coragem de me contar que comprou os dvds com todos episódios da série, incluindo alguns ainda inéditos no Brasil.
Diante do meu "Ohhhhh!", ele apenas deu as dicas para aquisição, pelo Submarino
Grrr! Tá certo ele... É até capaz de me dar de presente. Mas emprestar, jamais!
Por ora, me contentarei em pegar na locadora...
Uma amiga contou:
"Foi por causa do seriado que escolhi o curso de Publicidade"
E eu:
"Pois acho que escolhi Jornalismo por causa de Gisele/Brigite Monfort!"
(E depois a gente critica quem dá nomes de personagens de novelas aos filhos...)
quinta-feira, setembro 22, 2005
Lei de Murph
Quanto à amiga... Não sei por que, nos tempos de hoje, ainda tem gente que esquece que existe telefone. Odeio imprevistos do tipo visita-surpresa. Ainda bem que eu não estava pra atendê-la... Fosse num dia de fechamento de revista, teria entrado em parafuso. Aliás, no sábado, tive outra surpresinha do mesmo tipo. E dessa não consegui escapar. Por conta disso, acabei perdendo o lançamento do livro de uma amiga. Pior é que quando explicar o motivo, ela vai achar que é pretexto.
O filme que fui ver (Gaijin, ama-me como sou) tem mais falhas do que eu imaginaria em uma produção tão badalada, mas foi emocionante. Vi a versão em língua japonesa. Deu pra notar o público enxugando lágrimas discretas. Os descendentes podem se ver nas personagens. Tal qual em Rapsódia em agosto, de Kurosawa, as entrelinhas só podem ser lidas por quem está muito familiarizado com a cultura japonesa. Percebemos nitidamente a mudança e a maturidade da cineasta, em relação ao primeiro filme sobre o tema. Tudo tem a ver com a história do Brasil e dela mesma. As piadinhas são fracas.
quarta-feira, setembro 21, 2005
terça-feira, setembro 20, 2005
ainda o desarmamento
Será que eu e o Major Nelson estamos sozinhos com nosso ponto de vista?
A mensagem deturpada de Denise Frossard continua circulando... Cada um entende como quer.
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Enquanto isso... Tô ocupada com meu briquedo novo: uma impressora pra fotos. Comprei papéis especiais. Delícia!
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Outra imperdível, de Farabella em "A Lua me Disse":
Amén - Associação das Mulheres que Enjoaram dos Maridos.
Pena que Débora Bloch (Madô) jamais entará para esse grupo.
Recado para O Apreciador:
Quem disse que é pro senhor vestir aquela carapuça? Ah...
segunda-feira, setembro 19, 2005
Novas penas
Não aprendo mesmo.
Não podemos fazer favores e gentilezas esperando retribuição na mesma moeda. Há muito tempo, venho dando um jeito de fazer cadastros pra conseguir acesso gratuito para ler certo jornal pela internet. Tem duas semanas que meus e-mails e endereços não colam. Tentei conseguir com uma pessoa que garante continuar acessando há meses com a mesma modalidade de assinatura.
Ele:
Continuo, sim. e sem usar login nem senha... esqueceram de cancelar."
Eu:
E como consegue sem login? deve estar entrando automaticamente com login
Ele:
Não conferi isto... eu sei que entro: agora mesmo, já que vc falou, estou diante dos editoriais de hoje e das cartas dos leitores.
Depois, silêncio total
Bela maneira de dizer que não vai me dar a senha...
Não tive coragem de dizer tudo que penso. Se por acaso essa pessoa um dia precisar, mostrarei a ela esta página onde registrei meu protesto. E certamente precisará ainda de muitos favores meus.
Infelizmente continuarei usando essas artimanhas para ler o jornal concorrente ao do meu provedor. Meu orçamento não tem brecha para mais despesas. Porém, o jornal mais verde sempre é o do vizinho...
Consegui mais um mês de acesso grátis. Ufa!
sexta-feira, setembro 16, 2005
Decepções
Sabem duma coisa? Lembrei-me daquelas Leis de Murph para Mulheres. O final é assim: O homem ideal é gay!"
quinta-feira, setembro 15, 2005
Nada a cumprir
Que droga!
Pelo menos o tempo melhorou em Sampa.
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Três cariocas desaparecidos mostraram - pelo menos virtualmente - nesta semana. Um deles, o meu quase xará no msn virá trabalhar por aqui, no ABC. Nos conhecemos devido a confusões de e-mails meus que ele recebeu por engano do remetente. Paralelamente, meu amigo Fábio também teve seus e-mails enviados para um quase homônimo, na Alemanha. Saudades daquele tempo em que ríamos muito dessas confusões.
Em conversa virtual com o Carioca, botei assuntos em dia e contei das confusões com o portuga a quem chamei certa feita de Joaquim, aqui neste blog. O gajo se ofendeu e me deu mais tamancadas ainda. Hoje rio de tudo. Mas relembro que deu pra chorar.
quarta-feira, setembro 14, 2005
Promessas de uma desesperada
terça-feira, setembro 13, 2005
Ó devorador
Pra quem aprecia penas, recomendo: http://community.webtv.net/Velpics/HUM
Quem chama beija-flor de colibri se equipara a denominar pomba de columba, certo?
Viram como estou captando? Acho que estou na pista certa!
Será o Apreciador mais voraz que a Esfinge? Aguardem...
Impacientemente, rogo ao Apreciador que pare de despistar e diga logo como prefere devorar a Pomba. Será que essa criatura só aprecia degustações virtuais? Será um grande caçador, como alguns felinos que acima de tudo apreciam essa arte, antes de ser uma arma para saciar a fome?
Buraco no peito
Assim que terminei o parágrafo anterior, li no Nelblog sobre o buraco no peito... A notícia desse furo me atingiu de modo impactante. Um engasgo que me fez chorar... Me fez, sobretudo, lembrar da importância da solidariedade, da amizade. Não aquela fingida, mas a verdadeira, que talvez possa aquecer, ajudar a suavizar a queda ou a cicatrizar a ferida... A amenizar o tombo ou ajudar a se levantar. Doeu em mim esse buraco...
Links
Repararam que consegui colocar um link, aqui do lado direito? Minha primeira homenagem é ao Professor, apreciador de colibris.
Finalmente venci a preguiça e queimei um pouco das minhas plumas pra entender esse emaranhado de códigos. Afinal de contas, se relembrar de tudo que fiz em formatação no escuro, nas épocas pré-Windows, essa coisa de html é fichinha! Problema é que a gente se acomoda e quer só usar programas "inteligentes".
Aos poucos, acrescentarei outros blogs que gosto de ler. Aguardem!
Emoções a flor da pele
Ainda não li o horóscopo, mas acho que os astros andam esquisitos de ontem pra hoje. Meus felinos fizeram maior festa à noite e eu nem escutei. Dormi cedo e acordei supertarde. Diria que estou com a sensibilidade à flor da pele. E nem estou de tpm! É bom explicar, pois ultimamente, atribuem tudo que altera o comportamento à tpm ou à menopausa.
Na noite aparentemente tranqüila, enquanto os gatos traquinavam, sonhei. No sonho, eu e minha filha éramos amigas. Eu tinha a idade dela e ambas resolvemos fazer uma aventura no Rio de Janeiro. Iríamos de carona, sem nenhuma grana. Minha mãe, com a idade que ela tinha quando eu tinha vinte anos, estava acamada. Porém deu a nós vinte reais, para que não passássemos tanto aperto. Felizes com aquele dinheirinho no bolso, fomos pra estrada. Ficamos na Dutra, pensando em fazer sinal para um caminhão. De repente, num outro flash, estávamos no centro da capital carioca, nas proximidades do Banco Central. Foi só.
segunda-feira, setembro 12, 2005
O amor é lindo...
Estou falando de minha amiga Lúcia. Hoje, do nada, ao meu bom-dia, ela respondeu contando que o namorado foi para o Nordeste e voltará apenas na quinta. Eu tive vontade de dizer: "E eu com isso?" Mas comentei: "Que bom que você continua tão apaixonada que a três por dois se lembre de falar dele em situações mais estranhas". Foi uma alfinetada gratuita, eu admito. Mas fiquei sem resposta. Eu tava de saco cheio, principalmente porque foi segunda dose de bobeira em menos de uma semana. Outro dia, ela me mandou fotos de uma família nos States. Depois, comentou: " É a filha mais velha dele, mais o genro e a neta. Não sao lindos?"
Tá... algumas pessoas dirão que eu estou me mordendo de inveja. Tsc, tsc, tsc... Às vezes tenho saudades disso, sim! Puxa vida, como nós, mulheres, somos idiotas!
Depois de ver uma linda florada de ipê amarelo, lá em Tocantins, onde está Fábio, escrevi para meu amigo "virtual" mais antigo. Digo virtual mas essa amizade não começou com a Internet. É só porque nunca o vi pessoalmente. Ele foi meu primeiro correspondente, quando eu tinha apenas doze anos. (Menti um pouco, aumentei uns dois anos pois ele tinha dezessete). Nos correspondemos por mais ou menos um ano, depois de contatarmos pela revista Melodias. Naquele tempo, a gente escrevia: "Caro desconhecido amigo..." No ano passado, achei o nome dele, de origem alemã, casualmente, na Internet e mandei um e-mail. Ele se lembrou da revista e daquela fase. Mas não se lembrava de mim! Que decepção! Mas não fiquei triste, acabei fazendo um novo amigo, que me mostrou lindas flores de ipê branco, lá da praça da cidade dele. Lembrei-me então de que ele comentou para que eu não sumisse por mais 35 anos.
Como vêem, desde muito antes da Internet, adorava conhecer pessoas novas, trocar idéias com gente que nunca vi. E memorizei muitos nomes por inteiro. Infelizmente a maioria de minha geração está desconectada.
Jogo do bicho
Antes que me esqueça:
Quando contei do sonho para o sr José, disse a ele de cara:
"Sonhei com você, que bicho eu jogo?"
E ele, com aquela risada do Pateta:
"Iac, iac, iac! No porco!"
Pra não ficar encanada, fiz um joguinho no porco. Só R$ 1,00. Ganhei R$ 32,00. E o bicheiro:
"Quando tem palpite bom assim, tem que jogar pelo menos R$ 100,00!"
Pois é.. se... se SE tivesse jogado na cabeça e não no grupo.... Pois é... SE!!!
sábado, setembro 10, 2005
Mais um sonho
Desta vez foi com sr José, um senhor que foi tradutor de HQ na Ab r il. Foi ele a primeira pessoa que conheci naquela editora, justamente no dia em que fui fazer meu teste na empresa. Lembro-me até hoje daquela cena. Um velhinho careca e de óculos, com uma risada peculiar (que depois descobri que sãio reproduções de Iac, Iac, Iac do Pateta e Huá, huá, huá do João Bafo-de-Onça - sons que ele grafou pela primeira vez em português). Se naquele tempo o achava "velhinho", imagina hoje... Que nada... Ele é daquelas pessoas que não mudaram de semblante nos últimos 40 anos, desde que abandonou a vasta cabeleira dos tempos de estudante.
No meu sonho, encontrei o sr José na parte mais elevada da av sen Queirós, ali perto da Tiradentes. Ele conduzia uma garotinha mirrada de uns três anos, para quem iria mandar confeccionar um poncho de lã, em tricô ou crochê. A descrição do poncho que ele queria dar à menina era semelhante a um que eu tive quando criança: na cor azul royal, com longas franjas. Diferença é que esse tinha uma espécie de pala rendada na parte das costas. Conforme o homem descrevia, eu construía fotograficamente o tal poncho. Então, expliquei a ele o número de novelos que teria de adquirir ali na 25 de março, tomando cuidado com o tamanho dos novelos da lã Família, que é apresentado em 40 e 50g (acho que isso não é verdade).
O sonho foi de anteontem pra ontem. Na tarde de ontem, telefonei pro meu amigo. Acho que não nos falávamos desde a virada do ano. Fiquei feliz com a alegria dele ao me ouvir.
sexta-feira, setembro 09, 2005
Suposições
Comentário dela: "Deve ser terapêutico escrever diariamente sobre diversas situações." Das duas uma: ou ela não gostou do que leu, está com a cabeça em outra dimensão ou não teve saco pra ler. Ou nem achou a página! Se ela voltar aqui, ficará sabendo o que eu penso. Eh, eh, eh! Não é possível que tenha se esquecido do meu amigo mineiro. Fomos juntas ver um show que ele organizou por aqui.
Depois de mais uma longa pausa, o Professor mostrou o nariz na Internet ontem. Sinto falta das conversas que tínhamos nas tardes em que ele trabalhava na rádio. Mudei eu ou mudou ele? Acho que ambos.
quinta-feira, setembro 08, 2005
Reencontros
Um deles, o Huguinho, de BH, agora virou Zezinho. Com metade do peso de antigamente, continua puto, como se audodefine. Foi muito legal retomarmos o papo, agora pelo Msn. Ele é um dos remanescentes do velho e bom Freetel, coisa de nosso jardim da infância virtual. Lembro-me até hoje da noite em que atendi a um chamado dele. "Huguinho? Só pode ser referência a Disney", pensei. E não é que acertei? Foi a partir daí a nossa identificação. Tantas coisas diferentes e ao mesmo tempo tão em comum! Muito bom rever gente assim!
Outro delicioso reencontro foi com Seawonan, minha colega de faculdade. Está linda, jovial e muito feliz com sua alma gêmea, que só localizou depois dos 60. O exemplo dela me enche de alegria e esperanças! Há quase 30 anos, aquela mulher que voltou à faculdade depois de criar os quatro filhos já era para mim um modelo a ser admirado e seguido. Só muitos anos depois, soube que boa parte daquela aparente alegria era bem superficial.
Por que demoramos tanto a nos libertarmos das amarras de um porto seguro para ir de encontro a um fantástico cruzeiro? Cada um de nós tem a sua resposta íntima. Exemplos podem inspirar, encorajar, mas nem sempre são suficientes para nos levar à decisao...
Por falar em gente interessante, finalmente Raquel resolveu mostrar a carinha. Muito diferente do que eu imaginei! Pra melhor! Só não entendo a ligaçao com Marcie...
terça-feira, setembro 06, 2005
Vida paulistana
O feed back é muito importante para quem escreve, sim! Um e-mail surpresa então... nem se fala! Um leitor inesperado, que surge do nada é o maior estímulo dos blogueiros. Principalmente para quem mantém na internet este diário secreto, atrás de um pseudônimo. Ontem resisti bravamente a nao me desvendar pra uns e outros em seus respectivos blogs.
segunda-feira, setembro 05, 2005
Semana da Pátria
Ainda tenho guardado o macaquinho amarelo que usei quando fui baliza em um desfile.
Cantávamos e comemorávamos a semana toda, usando fitinhas verde-amarelo no bolso do uniforme.
Eu gostava de desfilar nas paradas.
Não sei quando aquilo tudo acabou...
Acho que foi antes do fim da era dos militares.
Frase do dia
Samovar pra Geórgia:
"Sua panela de cozinhar homem velho já furou faz muito tempo!"
E eu preciso jogar fora a minha! Ah, ah, ah, ah!