Para quem nao sabe, BLOG é um diario online. Vida secreta de uma quarentona sem ataque de nervos. PS: Era quarentona, quando comecei. Agora, sou cinquentinha. * * * * Pomba Enamorada, é personagem-titulo de´conto/livro de Ligia Fagundes Telles, que dança uma vez com um sujeito em quem fica pensando durante 25 anos. ******* amanary@gmail.com
quinta-feira, julho 28, 2005
Bom... Atribuo isso tudo ao fato de ter assistido à "Almas Gêmeas" e lido alguma coisa sobre reencarnação. Acreditando ou não, não deixo de pensar nessa possibilidade, embora sem bases pra concluir nada. Outro dia, depois de ver Walcyr no Faustão, fui pesquisar sobre Rosacruz. Vai saber...
Acordei superbem, tranquila...
Outro sonho que tive, nao sei se antes ou depois, foi com um -email.. Imagina só... Chegaram 2 de Li... Um deles dizia: "E aí? resolveu? Vai encarar?"
E eu fiquei pensando, pensando...
Claro que esse tem a ver com o que ele me mandou domingo..ehehehehe... Semana que vem, resolvo esse assunto.
quarta-feira, julho 27, 2005
esqueci niver do blog
terça-feira, julho 26, 2005
tranquilizo os navegantes...
Até breve (espero)
sexta-feira, julho 22, 2005
aconteceu na quarta
Tive vontade de fechar a porta e sair, pra dormir num hotel.
domingo, julho 17, 2005
gatinha dodói
terça-feira, julho 12, 2005
ausência
No sábado, fui ao evento de 9 de julho, no Ibirapuera. Foi a primeira vez. Interessante.
Fiquei emocionada com sua lembrança, Barão. De verdade.
segunda-feira, julho 04, 2005
Sobre tanabata
Na tarde maravilhosa com ar primaveril de ontem, fomos à Liberdade, Alice e Eu. Novamente, pra variar, nos desencontramos. Levamos meia hora pra nos localizarmos pois tinha muita gente. E o pessoal chegou cedo, creio que pra almoçar. Foi a primeira vez que estive no festival em um domingo. Muita gente mesmo, principalmente jovens... digamos.. de menos de 30.
Percebo que o os nikeis de São Paulo estão voltando da odisséia no Japão. Houve um tempo em que eu me sentia a última moicana. As papeletas pra se fazer pedidos dispararam de preço. Talvez seja devido à grande procura. R$ 2,00! Mas mantive minha previsão de gastos. Comprei 3 por 5,00, nas cores rosa, azul e amarelo. Nelas concentrei meus pedidos. Escrevi frente e verso. Fiz pedidos pra minha pequena família, meus irmãos e você e sua família. Incluí também dois outros amigos: um que aparentemente está muito bem e outro que há muito tempo é só queixas.
Para Alice levei uma pequena estola em tricô, muito alegre, feita com uma lã espalhafatosa desta estação, mesclada em tons que vão do rosa claro ao pink e quase roxo. Naquele calor, acho que o presente não foi muito entusiasmante. Mas acredito que uma das filhas dela venha a usar. Senti-me constrangida com uma oferta tão simples pois ela me brindou com dois trabalhos primorosos em linha, feitos pela dona Ana, mãe dela. Fiquei boquiaberta com os detalhes do acabamento. No momento em que vi, lembrei-me da carinha dela, no hospital. Aquela senhora portuguesa dizendo: "Como minha filha é querida". Mas nada falei pra que Alice não rompesse em choro.. .e eu também.
Reparei que, diferentemente dos outros anos, tinha muitos pedidos feitos em papéis fora do padrão vendido pelos comerciantes. No próximo ano, vamos fazer os nossos, com cores, desenhos e colagens que simbolizem nossos pedidos! Basta pregar um pedacinho de linha num furinho... No ano que vem, assim que souber da data, aviso você... e vamos combinar de chegarmos cedo e nos esbaldarmos nas barraquinhas de comes e bebes. Desta vez, só comemos "takoyaki", bolinhos recheados de polvo, e tomamos um suco de goiaba. Tudo delicioso! Depois, fizemos comprinhas de mercearia e viemos embora ao entardecer, quando o ambiente começou a ficar contaminada pela música eletrônica cujo gênero nem sei classificar. Pena que a idéia do prefeito de Campos do Jordão não chegou por lá. Penso que deixaram as músicas típicas para a hora da dança. Mas não ficamos pra ver.
sábado, julho 02, 2005
segundo post
Hoje começa o Festival Tanabata, na Liberdade. Vou pendurar meus pedidos. Não custa tentar, né? Ou melhor, custa pouco... Claro que tenho de estabelecer limites. Farei um de cada cor.
Já que o material existente na Internet é meio precário, explico:
Tanabata Matsuri, o Festival das Estrelas, origina-se de uma fábula japonesa.
A princesa Orihine e o pastor Kangyuque, apaixonados, esqueceram se de suas obrigações. Como castigo, os dois foram transformados em estrelas, Vega e Altair, com direito a apenas um encontro por ano, no sétimo dia do sétimo mês. Nos dias que antecedem esse encontro das estrelas, as pessoas fazem seus pedidos em tiras de papel (tanzaku) e penduram em hastes de bambu. Depois, os papéis são queimados, para que a fumaça leve o apelo às estrelas.
Algumas cidades brasileiras onde há concentração de descendentes de japoneses celebram esse dia com danças típicas e comidas vendidas nas ruas, imitando a tradição do festival existente em Sendai, capital da província de Miyagui.
Em São Paulo, o evento ocorre no bairro da Liberdade, onde também são vendidas tiras de papéis, nas cores adequadas para cada tipo de pedido: branco (paz), amarelo (dinheiro), vermelho (paixão), rosa (amor), etc.
Coisas do orkut
Esta foi a mensagem de hoje no meu Orkut. Estranho, né?
Estou num sossego total. Pena que minha rinite tenha resolvido se manifestar em forma de espirros.
Minha intolerância continua em alta. Principalmente para papos online. Bloqueei mais algumas pessoas, incluindo aquela minha amiga mais antiga. Chato isso. Mas eu a avisei. Só trocamos patadas no MSN. Tudo que ela escreve me irrita. Imagine que ela colocou uma imagem de um rosto com lágrimas. Vejam um trecho do nosso papo:
Eu:
- Perguntei se era choro pq a foto nao está muito clara... podiam ser gotas de orvalho. E pensei que, se fosse choro, poderia ser por algum motivo...
Ela (depois de explicar que era obra de um famoso fotógrafo):
- Com que líquido ou material ele fez a produção dessa foto, não sei. Água, ou muito menos lágrimas propriamente ditas, é que não é.
Depois, ela me disse algo como:
- Seu perfil é público. Eu não tenho esse tipo de preocupação (de simbolizar alguma coisa com imagem do msn).
Penso que o problema não esteja apenas em mim... Afinal de contas, por que alguém acha legal um rosto com lágrimas?
quinta-feira, junho 30, 2005
coisas sinistras
Além de médico e doido, todos nós tendemos também a ser criminalistas...
- Fiquei sem sono e vi a entrevista da secretária do Valério, no Jô. Como é de praxe, Jô não se aprofundou e nem a encostou na parede. Ela disse apenas o que queria. Praticamente foi uma defesa. Sinistro. Aí, tem... E o lance dos e-mails violados e supostamente materializados pelo PT. A moça usava hotmail... E aindas e vangloriou de ter dois e-mails. Hummm... Até parece que só podiam olhar no computador dela. E o da revista?
- Muito esquisito aquele ursinho da Susane aparecer agora com arma dentro. Tenho quase certeza de que já mostraram antes o bichinho. Parece que o irmão tentava visitá-la levando o brinquedo. Não sei se é o mesmo. Mas era um ursinho sim. Agora, o recheio apresentado pelo tio, que era tutor do menino, que tenta deserdar a irmã... Sinistro...
terça-feira, junho 28, 2005
gula e saúde
Na hora do almoço, fui ao sacolão da Eduardo Prado, onde uma amiga me disse que vendiam vários tipos de grãos a granel, incluindo linhaça e trigo. Dei com a porta na cara, ou melhor, com o estande desativado. Que raiva! Mas, tudo bem... encontrei linhaça em pacote, no supermercado comum, de onde trouxe outro pacote dos 7 grãos que parecem feitos de ouro, se analisarmos o preço. Segui a dica de uma pessoa e experimentei torrar a linhaça na frigideira. Não achei graça, mas já que parece fazer milagres, tentarei incluir mais essa sementinha na minha dieta, já que a soja parece ter calorias demais. E neste frio, tenho medo de olhar pra balança! Mesmo assim, não pensem que abrirei mão do meu Nhoque da Fortuna. Amanhã é o dia!
segunda-feira, junho 27, 2005
o que leva a ler?
Então, eu respondo: é a afinidade, a vontade de saber da vida daquela pessoa, o que anda fazendo, o que se passa com ela. Depois que a conhecemos, através dos blogs, ficamos na expectativa de saber o próximo passo, como se fosse uma novela. Só que (quase sempre) real.
Aí vem a contrapartida: o que leva uma pessoa a fugir de leitura de blogs de pessoas conhecidas?
- Talvez medo... (É o que alega meu amigo Eduardo)
- Desinteresse...
- Desprezo...
- Inveja?
Ainda não concluí...
Porém, o meu vizinho, que garante dar uma passadinha vez ou outra por aqui (tanto que foi um dos suspeitos de ser a Esfinge) também criou um blog. Quando me mandou o endereço, não resisti a dar uma cutucada. Disse:
" É uma surpresa a sua adesão, considerando que já lhe recomendei a leitura de muitos blogs e o senhor nunca sequer os comentou..."
Ele garantiu que lê sim... Só tem preguiça de comentar. Fingi que acreditei. E depois me arrependi de encurralar o coitado. Aqui também vale o lance de pessoas que só dão valor ao que elas mesmas dizem. Não adianta tentar mudar. Se quisermos conviver pacificamente, o jeito é aceitar e entender. Paciência.
sábado, junho 25, 2005
novo sonho
Esta manhã, já com o sol surgindo, sonhei com minha mãe, na casa onde ela morou até há uns 15 anos. Tinha a idade daquele tempo e estava se recuperando da última cirurgia. Embora ficasse na cama e não tivesse condições de caminhar sozinha, conseguia se levantar e se meser. Ela nos dizia como queria ser tratada, onde se deitar, que roupas de cama usarmos. No quarto onde estava (que atualmente é ocupada por minha cunhada, viúva do meu irmão número 4) havia um bebedouro. De repente, mamãe se levantou, foi até o bebedouro. Tomou um gole de água e vomitou, ali mesmo. Só água. Em seguida, voltou para a cama. Circulando por ali, estávamos apenas eu e meu irmão número 3, justamente o que foi comigo pela última vez ao hospital onde minha mãe partiu. Acordei por volta das 7h30 mas eu queria continuar o sonho, como que a ver um filme inacabado. Encostei a cabeça no travesseiro e parece que sonhei mais um pouco o mesmo sonho.
De repente, eu estava no apartamento onde morei com minha prima Terezinha, falecida em 79. O apartamento era muito amplo e ensolarado (na realidade era escuro e pequeno). O quarto que dividimos estava muito bem arrumado. Em uma das camas, uma colcha de piquê rosa que eu comprei na 25 de Março e do qual me lembro muito bem. Conversávamos e arrumávamos o lugar.
Acordei quase 9h30, com uma sensação boa, de noite muito bem dormida e descansada.
sexta-feira, junho 24, 2005
não dá pra fugir...
Comentário de Eduardo sobre a triste situação que vivemos:
"É bom nunca perdermos a perplexidade perante os fatos, principalmente os últimos, voltados à corrupção que está infiltrada em nossa cultura. Sinal que ainda resta algo de bom em nossos corações. É triste o sentimento de impotência em virtude da impunidade."
* * * * * *
Comentei com aquela velha amiga sobre o aparente desinteresse pelo Orkut. Resposta dela:
"Quando tenho tempo, prefiro me dedicar a outras coisas".
Hmmm... ah, tá! Todo mundo tem opção de escolher a que se dedicar quando sobra tempo... Quase sempre. Ainda bem, né?
quinta-feira, junho 23, 2005
devagar
Tenho saído pouco, apenas lido bastante. Estou em 3/4 de "Irmãs Makioka", um dos presentinhos de Dia das Mães. Vejo muitos defeitos na tradução e nas explicações de rodapé, mas a historinha é interessante.
Também perco um tempo danado ao acompanhar os acontecimentos políticos. Sei que é perda de tempo, mas não dá pra ficar totalmente à margem da História. Não consigo mesmo captar o que acontece de fato. Tudo muito estranho... Sinistro!
Sinto falta de conversar mais com os amigos. Mas ando indo buscar lã e voltando tosquiada. Acabo ouvindo, ouvindo, ouvindo... Sem chance de contar de mim! Deve ser o momento de escutar mesmo. Depois... alguém disse que devemos escutar mais do que falar. Por isso temos dois ouvidos e uma boca. Faz sentido...
Dentro dessa lógica, pelo menos tenho 10 dedos pra digitar... Por isso escrevo tanto, né?
quarta-feira, junho 22, 2005
Política
Mas seria muita baixaria, falta de consideração com meus 5 leitores.
Além de trazer muita tristeza...
Esperança? Onde anda você?
Leitores fiéis
Estava preocupada com a saúde dele. Ainda bem que não foi esse o problema. Suas prioridades não incluem um novo computador, por isso está com acesso restrito à internet. Estamos em tempo de fazermos opções. Eu também. Muitas escolhas têm sido difíceis mas necessárias. Porém, não devo reclamar. Sou uma pessoa privilegiada pela sorte, sim. E tenho esperanças de ser ainda mais. Algo de especial está pra acontecer. Sinto isso...
Falando em leitores fiéis e blogueiros... Não posso crer que Luiz resolva se esconder e me descartar! Pelamordedeus, manda notícias! Será que você ficou famoso e teme ser perseguido por amigos interesseiros?
Aqui fica também um recado para "Barão":
Não me esqueci de você, lindinho... Só estou correndo atrás de urgências. Acredito que vez ou outra você também passe por aqui! Não são desculpas esfarrapadas... Quando puder sair à noite novamente... me aguarde pra aquele chocolate quente!
terça-feira, junho 21, 2005
razão e emoção
segunda-feira, junho 20, 2005
chuva e inverno
Na madrugada de ontem, minha filha ligou chorando:
"Não vou voltar pra casa. Mãe, tô tão sozinha..."
Cortou o coração. Mas falei: "concentre-se no silêncio da noite e tente tirar proveito dele. Você poderá dormir tranquila..."
Era quase meio-dia, quando ela chegou e olhos inchados. Pediu ao pai lugar no sofá. Lendo jornal, ele não deu bola. Ela insistiu, ele nem falou nada. Continuou deitado no lugar que ela queria. Ela perdeu o controle, ou melhor, jogou o controle remoto da tv e foi pro quarto, chorando.
Eu comentei algo como: "Vc não faz idéia do que é ter uma noite dura de trabalho, chegar estressada em casa... eu sei bem o que é isso... Me lembro de chegar exausta de um plantão e ainda encontrar casa pra arrumar, não ser bem tratada".
E ele com cara de saco cheio, do tipo: "Lá vai começar..."
Chorei. Chorei muito. Lágrimas sentidas ao ver minha filha soluçando. Perguntei se tinha fome, disse que sim. Aprontei o almoço e levei pra ela, na cama. Expliquei a ela que nem todos têm sensibilidade até mesmo para perceber olhos inchados. E ela fora mal-educada também... Soluçando, ela almoçou. Deitada e com edredon na cabeça, parecia uma criancinha que apanhou... Mimei, sabendo que talvez não fosse a melhor coisa a se fazer. Mas colo era tudo que eu podia oferecer...
E eu me lembrei das vezes em que solucei até dormir, trancada no quarto, depois de uma bronca de papai. Doía muito. Por vezes, cheguei a odiá-lo.
Lembrei-me também do desalento, desamparo, desgosto ao dar com minha mãe em mais uma crise de depressão que a derrubava na cama. Voltava pra casa cheia de roupas sujas, esperando uma comidinha gostosa... e eu é que tinha de ir pro tanque, pra depois tentar algo na cozinha. Meu pai fazia o que podia, com sua falta de jeito. Mas caprichava nos poucos pratos que cozinhava com tempero incoparável. Quando esfriava um tiquinho, minha presença em casa era boa desculpa pra preparar o banho japonês de que ele tanto gostava.
Tenho saudades... Que saudades!
E então, reunindo os poucos ingredientes que tinha em casa, fiz sushis pra minha filha. Demorou um pouco, mas logo ela se recuperou e ficou em paz com o pai... me pediu pra fazer mais pra levar. Atendi o pedido e a paz voltou. Ela foi embora dócil... Nem pai nem filha se desculparam, mas ficaram se agradando. Ainda bem!
Almas gêmeas
Hoje mudo a rotina noveleira. Vou prestigiar meu velho amigo às 18 horas. Ele, que vê o mundo quase como minha alma gêmea.
sábado, junho 18, 2005
perdida
Agora a Pedro Camacho está perdida entre enredos intricados, tantas histórias paralelas. Às vezes já nem sei mais em que post eu fui eu já nem sei se soumaiseu... ou se deixei de ser a novelista para ser pratagonista. Sem pretensões de ser Vargas Lhosa, percebo que muitas personagens fugiram ao meu controle. Abandonaram a terceira pessoa para apossarem-se da primeira.
Nem mesmo Eduardo, meu melhor amigo, consegue identificar a linha divisória entre ficção e realidade. Eu acho que no mundo virtual, as palavras constroem o ser. Afinal de contas, aqui somos o que verbalizamos ser.
Já está mais do que na hora de organizar esta confusão e montar o meu sonhado best seller, muito além de "Os anjos de Badaró".
Só vivendo supostas situações para se ter idéia do que um ser diferente de nós é capaz de fazer. Entretanto, do mesmo modo que a garota que transformou o flog dos gatos em homenagem ao pai falecido, não pude deixar de fazer meus desabafos aqui, no espaço que tenho disponível. Fiz muitos parêntes para aqui expor minhas angústias, principalmente depois da morte de minha mãe.
Nossa... Acho que os mistérios são tantos que até a Esfinge ficará com dor de cabeça.
Um dia todos saberão da verdade, quando resolver que chegou a hora de me consagrar como escritora. Ainda nao decidi o veículo. Quem sabe, consigo um esquema com meu amigo novelista. Aí, nao poderá ser em forma convencional, com narrativa linear. Quem sabe, criaremos uma nova linguagem, em que textos da telinha se intercalarão aos acontecimentos. Afinal, um fato é que nunca se leu e escreveu tanto quanto agora.
Planos fervilhantes! Tenho que encontrar esse novo caminho profissional. Percebo que não poderei continuar a vender blocos de papéis por muito mais tempo.
Mas... o que será que aconteceu com o Professor? Serão tarefas de final de semestre? Serão problemas familiares ou de saúde? Ou simplesmente nao tem acesso à internet depois que deixou o trabalho na sua FM? Bom.. espero que sua memória ainda o remeta alguma vez a este blog...
Ao falar em professores, me lembro de outro professor que nao quer ser assim identificado, embora pareça ser essa a sua principal atividade. Li chegou de Campina Grande falando de carne de sol, bode, cuscuz e muito forró por conta de São Joao. E já prepara uma expedição para julho. Ai que inveja! No bom sentido! Como ele nem vem mais ler este blog, só saberá ao vivo da surpresa que estou lhe preparando. Eh, eh, eh!